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Pela segunda vez neste ano, escola é alvo de vandalismo

Cortinas foram incendiadas, portas arrombadas e produtos alimentícios e de limpeza desperdiçados
Pela segunda vez neste ano, escola é alvo de vandalismo
Foto: divulgação
Por Douglas Saviato Em 27/03/2017 às 12:12

Funcionários da Escola Estadual Básica Antônio Milanez Netto, do bairro São Defende, em Criciúma, foram surpreendidos nesta manhã ao chegarem para trabalhar. Pela segunda vez somente este ano, a instituição de ensino foi alvo de vândalos durante o fim de semana. Uma das salas de aula foi arrombada e teve todas as cortinas das seis janelas incendiadas. Os vândalos ainda atearam fogo na lixeira e tentaram danificar o quadro. A cozinha utilizada pelos professores, direção e funcionários também foi alvo do vandalismo.

A porta foi arrombada e produtos alimentícios desperdiçados. Foi cozinhado no local, ovos foram jogados contra as paredes e a porta da geladeira foi quebrada. Uma outra sala usada para armazenar produtos de limpeza e higiene também teve a porta arrombada e os produtos desperdiçados. Lixos ainda foram espalhados pelo pátio da instituição. 

De acordo com a diretora da escola, Patrícia Schneider de Oliveira, um Boletim de Ocorrência (B.O) já foi confeccionado e ainda não há nenhum suspeito da autoria do vandalismo. “Queremos fazer um apelo a toda comunidade, pois se viram, ouviram ou souberam de algo que colaborem para identificar estes autores. Pedimos que os pais dos nossos alunos conversem em casa, orientem para que estes atos não sejam realizados na escola e em nenhum outro espaço público”, frisa.

O outro ato de vandalismo registrado também neste ano foi semelhante, de acordo com a diretora. “Daquela vez, orientamos dentro da escola, mas agora procuramos a mídia para que estes casos não se repitam. Quem perde somos todos nós”, destaca. A instituição possui vigilante de segunda a sexta-feira, das 6 às 22 horas. No horário em que a escola está fechada, como nos fins de semana, a instituição conta com segurança eletrônica, no entanto, os locais onde ocorreram os atos não haviam alarmes.