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Criciúma

Após assalto ao BB, 9º BPM habilita policiais com fuzis e cria projeto para mudanças no quartel

Militares já iniciaram treinamentos com as novas armas

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Após assalto ao BB, 9º BPM habilita policiais com fuzis e cria projeto para mudanças no quartel
Foto: Thiago Hockmüller/Portal Engeplus

O dia 30 de novembro de 2020 está marcado na história de Criciúma com o maior assalto a um banco de Santa Catarina. Um grupo criminoso armado com fuzis de grosso calibre assaltou a agência do Banco do Brasil, na área central da cidade, estourou vidraças de lojas e também atingiu o 9º Batalhão de Polícia Militar (9ºBPM), no bairro Jardim Maristela, com tiros e um caminhão em chamas. O crime fez com que a PM mudasse sua estrutura.

O primeiro passo da Polícia Militar foi habilitar policiais da radiopatrulha do 9º BPM para atirar com armamentos mais potentes, como fuzis. Além disso, eles terão essas armas no dia a dia. Um projeto de uma nova guarita também está sendo desenvolvido.

Todos os policiais militares ainda terão à disposição tratamento psicológico individual. O comandante do 9ºBPM, tenente-coronel Sandi Muris de Medeiros Sartor, falou sobre as novas medidas.

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Portal Engeplus · Comandante do 9ºBPM, tenente-coronel Sandi Muris de Medeiros Sartor

Treinamento: policiais passam por habilitação com fuzis

Nessa quinta-feira, dia 8, o tenente Giovanni Fagundes dos Santos iniciou a habilitação de quatro policiais. Os militares aprenderam sobre a história do armamento, manuseio, e claro, como atirar com fuzis.

"Estamos habilitando toda a tropa de radiopatrulha para poder utilizar armamento com calibre maior como 556, e MD97 e IA2 para viaturas diárias ter um poder de fogo maior. Como Criciúma tem potencial de irradiar policiamento para outras localidades, servirão como apoio para outras guarnições e estamos habilitando os policiais semanalmente. Neste primeiro momento, serão 50 militares", destaca o tenente.

"São poucos policiais por instrução para poder dar uma dedicação maior e trazer mais familiaridade com o armamento, ou seja, montar, desmontar e entenderem a consequência do calibre mais potente que é o 556. Eles precisam entender que é um armamento diferente", explica.

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