Após ataques, criciumenses retomam a rotina

Usuários de transporte coletivo de Criciúma continuam utilizando o serviço normalmente após os ataques das últimas horas. Segundo o jardineiro Jurandir Padilha, que mora no bairro Santa Luzia, a notícia chegou até ele pelos meios de comunicação. “Acho uma falta de serviço. Eles vivem na base das drogas. Eu moro ao lado do bairro Nova Esperança que teve problemas, a gente fica com receio”, afirmou.
A estudante Julia Morona de Campos, que mora no bairro São Sebastião está com medo. “O ônibus incendiado foi bem a linha que eu pego. Eu trabalho até às 21 horas, mas mesmo assim fico com medo. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer aqui, é uma realidade que não vivo”, ressalta.
Conforme o PortalSatc.com, na tarde desta quarta-feira, o diretor do presídio Santa Augusta concede entrevista coletiva para falar sobre os ataques. Leia reportagem completa.



