Bastidores: Abel Ferreira gente boa e surpreso com a atmosfera de Criciúma

O técnico Abel Ferreira tem uma imagem de sisudo, sério, cara fechada. Pelo menos é a impressão que passa nas coletivas de imprensa, do que relatam os colegas de São Paulo. Para este jogo, o comandante não esteve presente na área técnica por estar suspenso, mas veio a Criciúma, no sábado. Ficou no Novohotel, palestrou para os jogadores, acompanhou a vitória do Palmeiras do seu quarto e depois da partida voltou para São Paulo.
Neste intervalo, não precisou encarar o time de jornalistas, mas precisou superar a marcação dos fans. Bateu fotos, não foram poucas, porém todas com o espírito diferente do que estamos acostumados: alegre, sorridente e feliz. Depois de um tempo, entrou em uma van branca e foi rumo a Jaguaruna para embarcar depois para São Paulo.
No banco do motorista, André Walnier. Torcedor fanático do Criciúma, contudo ciente que levava um ídolo Palmeirense. “Fiquei na minha, já sabia que ele tinha tirado muita foto. Mas ele mesmo começou a puxar assunto”, revela.
No trajeto de 47 km, Abel trocou o silêncio pelas histórias e elogiou muito o que viu na cidade. “Ele comentou que foi a primeira vez que tinha vindo a Criciúma e achava que era uma cidade mais interior. Mas não. Se surpreendeu com a estrutura e com o ambiente”, destaca. Sobre o Criciúma, o motorista fala que ele foi enfático. “É um clube com uma atmosfera muito intensa e um estádio muito bonito”.
Abel Ferreira foi para São Paulo com três pontos na bagagem e esperamos ano que vem vê-lo no Heriberto Hülse. Se acontecer, é porque ele continuou no Palmeiras e o mais importante: que o Tigre permaneceu na Série A.








