Bombeiros levam mais de 12 horas para combater fogo em cooperativa

O dia foi de muito trabalho para os homens do Corpo de Bombeiros de Turvo, Araranguá e Criciúma, que nesta terça-feira levaram mais de 12 horas para combater o incêndio de grãos de arroz que estavam dentro de uma secadora localizada na Coopersulca, em Turvo.
Conforme o assessor de comunicação da cooperativa, Luiz Fernando Bento, às 7 horas a fumaça foi percebida na secadora, que mede 20 metros de altura, e continha cerca de mil sacas de arroz, o equivalente a dois caminhões lotados do produto. Bento explica que esta não é a primeira vez que incidentes como esse acontecem naquele equipamento, e diz que o fogo pode ter sido causado pela presença de alguma impureza dentro da secadora.
Ele também explica que não há nenhum perigo para o meio ambiente nem para as pessoas, e o grande número de bombeiros que trabalharam na contenção do incêndio pode ser explicada pela necessidade de grande quantidade de água para ser combatido: “Não havia água suficiente no caminhão dos bombeiros de Turvo, e por isso, foi preciso reforços”, esclarece.
Além do prejuízo para a cooperativa pela perda do arroz, nenhuma outra consequência foi registrada. Ele diz que um boletim oficial será realizado pela empresa Pagé, responsável pela construção do secador, que já enviou técnicos para avaliar as causas do incêndio. Depois disso, os laudos serão encaminhados à seguradora. Até o início desta noite, mais de 60 mil litros de água foram usados para combater o fogo na secadora de arroz.
Colaboração: Fernanda Guidi/Jornal Amorim









