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Canteiro de obras: Criciúma corre contra o tempo para realizar 109 ajustes no Majestoso

Henrique Angeloni diz que administração anterior ‘empurrou com a barriga’ e não cumpriu TACs

Por Marcelo de Bona - marcelodebona@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Canteiro de obras: Criciúma corre contra o tempo para realizar 109 ajustes no Majestoso
Foto: Fotos/Vídeo: Marcelo de Bona

O Criciúma Esporte Clube corre contra o tempo para executar as obras necessárias para a liberação do estádio Heriberto Hülse. Isso porque, o clube recebeu, no último dia 31 de janeiro, um comunicado do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), informando que existem 109 Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), de ações que foram proteladas pelo Criciúma ao longo dos últimos anos, e que necessitam ser executadas até o próximo dia 19 de fevereiro.

Do total de ajustes, seis são considerados críticos e devem ser realizados prioritariamente: sistema de cobertura; CFTV (Circuito Fechado de Televisão), concreto armado da arquibancada, guarda-corpo do fosso, instalações elétricas, e o sistema de para-raios. Enquanto o clube não conseguir ajustar os 109 pontos, o Majestoso permanecerá fechado.

“Começamos a executar as obras desde o dia 31, quando recebemos o comunicado. Esses seis itens são um pouco mais complicados, os demais são simples de resolver. Estamos trabalhando, sem medir esforços, para encerrar os ajustes no prazo. Porém, existe a possibilidade que no dia 19 de fevereiro a gente não tenha 100% dos pontos resolvidos. Mas vamos trabalhar para os 109 ficarem prontos”, assegura o administrador de obras, Henrique Angeloni.

Henrique explica por que os 109 ajustes não foram realizados após o término do Campeonato Brasileiro da Série B, quando o Tigre entrou em período de recesso. “Poderiam ter sido realizadas, mas não veio ao nosso conhecimento. A administração anterior a essa não executou os TACs, do tipo foi ‘empurrado com a barriga’. Do final de 2010, até a entrada do novo administrador, que é o Lédio Daltoé, nenhum deles cumpriu a normativa dos TACs”, justifica Angeloni.

O administrador ainda garante que nenhuma das novas reformas realizadas no estádio Heriberto Hülse aparecem nos TACs. No vídeo, Henrique Angeloni fala sobre os ajustes necessários para a liberação do Majestoso.

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