Casal é condenado por assassinato de garota de programa
O casal acusado de ter assassinato a garota de programa Gabriela Ferraz Machado, em novembro de 2008, no bairro São Simão, em Criciúma, foi condenado em júri popular na noite dessa quarta-feira. O júri teve início às 9 horas e seguiu até às 19 horas e foi presidido pelo juiz Marlon Soares.
De acordo com o advogado do executor, Alessandro Damiani, o homem foi condenado a 14 anos de prisão, sendo 12 por homicídio qualificado (a qualificadora utilizada foi a dissimulação, uma vez que ele teria induzido a vítima a entrar no carro com ele para fazer um programa), e mais dois anos por porte ilegal de arma.
A mandante do crime foi condenada a 13 anos por homicídio duplamente qualificado, sendo uma das qualificações a dissimulação e a outra motivo torpe - uma vez que elas disputavam pelo ponto de prostituição).
A defesa da mulher, realizada pelo advogado Carlos Rodolpho Pinto da Luz, tentou alegar que ela queria dar apenas um susto e uma surra em Gabriela, e pediu que caso o homicídio fosse reconhecido, fosse considerado simples e sem qualificadores. Damiani tentou pedir que o acusado respondesse apenas por homicídio simples e privilegiado - uma vez que supostamente houve uma briga entre os dois antes do crime.



