Caso de conteúdo ofensivo usado em sala de aula está sendo investigado
Assunto foi levantado pelo vereador Jair Augusto Alexandre em sessão ordinária
Por Jessica Rosso Crepaldi - jessica.rosso@engeplus.com.br
Atualizada 3 min de leitura

Um caso levantado pelo vereador Jair Augusto Alexandre, de conteúdo ofensivo utilizado em sala de aula em uma escola estadual de Criciúma, está sendo investigado. A afirmação foi feita à parlamentar da Casa Legislativa Roseli de Lucca Pizzolo pela Coordenadoria Regional de Educação, nesta quarta-feira, dia 3.
Após a investigação ser finalizada” serão tomadas as medidas disciplinares cabíveis, de acordo com as normas e regulamentos da Secretaria de Educação", afirmou a Coordenadoria Regional de Educação, que informou ainda “que trabalha para garantir que a situação seja resolvida da melhor maneira possível”.
Confira a nota na íntegra:
Com relação à denúncia sobre a professora que realizou uma atividade inapropriada com os alunos, gostaria de informar que as autoridades escolares foram informadas e tomaram as providências necessárias.
A professora em questão foi chamada para prestar esclarecimentos e, após uma investigação completa, serão tomadas as medidas disciplinares cabíveis, de acordo com as normas e regulamentos da secretaria de educação.
É importante destacar que a aprendizagem dos alunos são prioridades máximas em todas as circunstâncias e, como tal, a coordenadoria regional de educação trabalha para garantir que essa situação seja resolvida da melhor maneira possível.
AtenciosamenteRonisi Guimarães
Coordenadora regional de Educação
Entenda
O vereador Jair Augusto Alexandre falou durante a sessão ordinária dessa terça-feira, dia 2, na Câmara de Vereadores em Criciúma, sobre o uso de conteúdo que ofende a crença religiosa de alguns estudantes, em uma escola estadual de Criciúma. De acordo com o parlamentar, trata-se de uma letra de música. Outros vereadores também repudiaram a situação.
“Eu recebi essa denúncia de uma aluna, juntamente com mais alguns alunos. A professora colocou esse tema justamente na aula de Moral e Ética, numa escola cívico-militar que é regida por princípios e valores, é vergonhoso a leitura desta letra numa sala de aula. Devemos nos indignar, nós temos família, nós temos valores que norteiam o nosso dia a dia”, afirmou o vereador Jair Augusto Alexandre.
A vereadora Roseli de Lucca Pizzolo, que ocupa a posição de secretária durante a sessão, ou seja, responsável pelas leituras, se negou a ler a letra da música, com a permissão do vereador, autor do requerimento, já que é protocolo ler o documento na íntegra.
O requerimento 279/2023, aprovado na sessão, menciona o conteúdo e pode ser conferido clicando aqui. Os vereadores aprovaram a pauta por unanimidade, que foi encaminhada à Gerência Regional de Educação de Criciúma (Gered).
O vereador Jair Alexandre questionou sobre o conteúdo utilizado; se a Gered aceita este tipo de conteúdo, se possui alguma forma de controlar e saber quais atividades são realizadas com os alunos e se serão tomadas providências sobre esta apresentada aos alunos.




