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Orientações

Ciclistas têm direitos e deveres a seguir quando trafegam na BR-101

Código de Trânsito Brasileiro estabelece normas para quem não conduz veículo automotor

Por Redação Engeplus - jornalismo@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Muriel Albonico

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/SC) recomenda aos ciclistas, profissionais ou amadores no esporte que evitem o tráfego utilizando o acostamento e espaços confinados na BR-101 Sul. Isso porque esses locais servem para urgências ou emergências com veículos e ocupantes. Quando um motorista para no acostamento, o tráfego de bicicletas acaba ocupando as pistas, deixando os ciclistas expostos ao fluxo da rodovia federal. Assim, ambos tornam-se sujeitos propensos a acidentes.

Assim como os acostamentos, a autarquia recomenda que os ciclistas evitem o trânsito pelos espaços confinados, como os túneis de Morro Agudo, em Paulo Lopes, do Morro do Formigão, em Tubarão, e as transposições em Morro Alto, Maquiné (RS), pontes como a Anita Garibaldi (Laguna) e elevados de grande extensão, como o do Contorno de Araranguá (KM 409). Com a movimentação direta pelo fluxo da BR-101, dentro destes segmentos, motoristas e os próprios ciclistas se expõem ao risco de acidentes. Em circulação dentro dos túneis é proibida a parada para fotos, observação dos veículos ou da obra.

Ao trafegar pelas vias laterias e passeios públicos edificados nas obras de duplicação da BR-101 Sul, os pedestres e ciclistas devem atentar, além do fluxo de veículos, aos direitos e deveres a serem seguidos. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) rege a forma como se deve portar em várias condições de vias, tráfego e movimentação dos usuários da rodovia que não conduzem veículos automotores. A forma segura de circular por vias laterais é seguir a sinalização vertical e horizontal destinada aos pedestres e, quando disponível, usar as ciclofaixas.

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Os motoristas, por vez, devem observar os locais destinados aos ciclistas. Em Tubarão, por exemplo, há ciclofaixa construída entre os bairros Revoredo e Morrotes, dentro da travessia urbana da cidade. A sinalização vertical disposta nos bordos das vias laterais indica que veículos podem parar sobre a faixa dos ciclistas, porém, não estacionar. Quando um veículos ocupa o espaço, o condutor de bicicleta acaba disputando espaço com o fluxo de veículos local, se expondo ao risco de acidente.

Colaboração: Muriel Ricardo Albonico/DNIT-SC

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