Cirquinho do Revirado participará de festival internacional de teatro
Grupo se apresentará na próxima semana em São José do Rio Preto (SP)
Por Redação Engeplus - jornalismo@engeplus.com.br
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O Grupo Cirquinho do Revirado, de Criciúma, embarca na próxima semana para o Festival Internacional de São José do Rio Preto - FIT, no estado de São Paulo. O grupo catarinense é o único representante do Estado a participar do evento, o qual é considerado um dos mais importantes festivais do país. Serão quatro apresentações com o espetáculo Julia, nos dias 10, 11, 12 e 13 de julho.
Esta é a segunda vez que o grupo participa do festival, que neste ano completa 44 anos de existência. A primeira apresentação do Cirquinho no evento foi em 2004, com a peça Amor por Anexins. Apesar de não ser um festival competitivo, o FIT é um dos eventos mais aguardados por críticos, artistas e público de diversos estados brasileiros. Atualmente, o FIT integra o Núcleo dos Festivais, sendo um dos oito maiores festivais de artes cênicas do país.
Para os integrantes do Cirquinho do Revirado, o festival é uma grande vitrine, graças à exposição que o evento proporciona para o meio cênico. “A expectativa é sempre muito grande, não só de nossa parte, mas também por parte de quem vai para assistir as peças”, avalia o ator Reveraldo Joaquim. Segundo ele, os festivais são importantes pela questão do intercâmbio que o evento proporciona através do contato com outros grupos. “Pretendemos a cada festival estender nossos conhecimentos e criar um laço mais de aproximação com o que se produz de teatro no Brasil e também com os grupos que vem de outros países”, pondera.
Em agosto, o Cirquinho retorna a turnê do Palco Giratório do Sesc, quando viajará durante 10 dias pelos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Julia - O espetáculo tem direção de Pepe Sedrez, de Blumenau, e no elenco estão os criciumenses Yonara Marques e Reveraldo Joaquim. A classificação é livre e a duração é de 55 minutos. Júlia é uma mulher das ruas que, junto com Palheta, seu fiel escudeiro, traz na bagagem coisas do mundo, coisas da vida e tantas outras coisas. Entre realidade e ilusão há uma linha muito tênue, onde uma mulher sem pernas seria capaz de rodopiar. Esta dupla errante gira o mundo. Excluídos pelos excluídos, dizendo-se donos dos restos de um circo incendiado, Júlia e Palheta "se viram". "Não é fácil ter pernas!", afirma o personagem Palheta.
Colaboração: Antonio Rozeng/Comunicação Cirquinho do Revirado










