Portal Engeplus
Publicidade
Internacionável

“Clov’s” marca presença no Festival Catarinense de Teatro

Fabiano Peruchi é o único representante do Sul do Estado no evento

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Divulgação

A Cia de Teatro Lá nos Fundos é o único representante do Sul do Estado na 17º edição do Festival Catarinense de Teatro, que acontece até esse domingo, em Chapecó. O espetáculo será o solo de palhaço “Clov’s o Internacionável”, representado pelo ator Fabiano Peruchi. A apresentação acontece nesta sexta-feira, no Teatro Municipal de Chapecó Plínio Arlindo De Nes, às 20h30min.


O Festival é promovido pela Federação Catarinense de Teatro, Fecate, e iniciou no último dia 9. Nesta edição, o festival recebeu 74 inscrições, um número recorde de inscrições, e somente 18 foram selecionados para 26 apresentações. Segundo Fabiano Peruchi, o festival é itinerante, e um momento de troca entre os grupos. “Todos teatreiros de Santa Catarina se encontram para discutir a respeito do fazer teatral e das políticas públicas na área do teatro catarinense, e também apresentar seus trabalhos”, explica.

Publicidade


Perfil Fabiano Peruchi


Fabiano Peruchi é um artista com mais de 20 anos de carreira. Palhaço, ator, produtor da Cia Teatro Lá Nos Fundos, trabalhou durante 10 anos no grupo de teatro Cirquinho do Revirado. Iniciou no teatro amador em 1989 no extinto Grupo Calderón De Lá Barca. Foi um dos primeiros professores de teatro da Fundação Cultural de Criciúma no início da década de 1990, atuou e estudou em Florianópolis. Em 1997, estudou na cidade do Rio de Janeiro na Escola de Teatro Martins Pena, onde tira seu registro profissional, foi coordenador durante dois anos do Grupo ATIVIDADE 8 da Unesc.


Homenagem para o Sul do Estado


A 17ª edição do Festival Catarinense de Teatro homenageia Valentim Schmoeler, natural de Tubarão, onde nasceu em 9 de janeiro de 1956. A vida artística foi iniciada em Imbituba. Grande parte da sua carreira artística construída em Itajaí, onde atuou como ator, diretor e dramaturgo em diversos grupos teatrais. Lá ele fundou o seu grupo de teatro. Dentre os trabalhos já realizados, destacam-se os espetáculos: III Reich: Terror e Miséria (2012), O Castelo da Bruxolândia (2012), Caras e Coroas (2012), Bailei na Curva (2011), O Auto da Compadecida (2010), As Pessoas de minha Pessoa (2009), A Megera Domada (2009), Assuntos de Família (2008), Society Brasil (2007), O Rapto das Cebolinhas (2007), O Amor é uma Flor Roxa (2007), Itajaí: Lambreta, Brilhantina e Rock’n Roll (2007), Um Trem para Itajaí City (2006), Pluft, o Fantasminha (2005), O Noviço (2004), E despertou a primavera (2003), Greta Garbo, quem diria (2002).


Com informações de Antonio Rozeng


Compartilhar:
Leia a seguir Quintas Culturais no ritmo do blues