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Criciúma

Cobrança de taxas de água e saneamento é alvo de reclamação de representantes da Famesc

Movimento deve realizar um protesto na área central de Criciúma

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Cobrança de taxas de água e saneamento é alvo de reclamação de representantes da Famesc
Foto: Divulgação/Arquivo

Os valores cobrados pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) como as taxas de água e saneamento estão sendo questionados por representantes da Federação das Associações de Moradores do Estado de Santa Catarina (Famesc).

“Nossa missão é visitar os órgãos públicos e mostrar nossas reivindicações. A questão sobre o não cumprimento da Lei 7916/2021 da Câmara de Criciúma, aprovada por unanimidade, que autoriza, de forma facultativa, a instalação de válvulas de retenção de ar (eliminadores de ar) para hidrômetros a todos os imóveis comerciais e residenciais do município está sendo acompanhada pelo Legislativo, mas não é apenas isso, não. O esgoto é cobrado 100% do consumo, mas em outras cidades de Santa Catarina não é assim. O outro ponto que discutimos é o vazamento oculto, ou seja, que não aparece”, comenta Gentil Francisco, representante da Famesc.

O objetivo dos representantes é organizar um ato na área central de Criciúma com moradores de diversos bairros. Além disso, é também fazer um abaixo-assinado e arrecadar 100 mil assinaturas. “Queremos visitar o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Prefeitura de Criciúma, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), governo do Estado. Já estivemos na Associação Empresarial de Criciúma (Acic) e vamos continuar a luta”, destaca Rubens Pereira, presidente da Associação de Moradores do Loteamento Anita Garibaldi.

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Conforme o representante da Famesc, a ideia é propor ao município um contrato com uma agência reguladora para fazer a gestão e retirar o que está sendo cobrado. "Existe um contrato com a Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento·(CISAM), mas pode ser rompido. Temos moradores do bairro São Luiz que pagavam R$ 120 na conta da água e agora pagam mais de R$ 700. É um absurdo o que vem acontecendo com as cobranças. São muitas taxas de serviços que não são realizados”, garante. “Na próxima semana devemos estar no MPSC para atuar neste caso e ouvi-los”, pontua.

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