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Prevenção

Corpo de Bombeiros orienta motoristas sobre como evitar incêndios em veículos em Criciúma e região

Militar reforça recomendações aos condutores sobre cuidados com os automóveis

Por João Gabriel da Rocha

2 min de leitura

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Corpo de Bombeiros orienta motoristas sobre como evitar incêndios em veículos em Criciúma e região
Foto: Divulgação/CBMSC

Os casos de incêndios em veículos têm chamado a atenção em Criciúma e região. O Corpo de Bombeiros orienta os condutores a ficarem atentos a sinais de falhas mecânicas e manterem a manutenção preventiva em dia para reduzir os riscos.

Segundo o tenente Miguel Moraes Gomes, algumas características dos automóveis novos contribuem para danos mais severos em casos de incêndio. “Percebemos um aumento no uso de energia na fabricação e na quantidade de componentes derivados do petróleo. Isso contribui para que, caso ocorra um incêndio, haja perda total”, explicou o gestor de Segurança Contra Incêndio do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) em Criciúma e perito de incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC).

Carro destruído por incêndio na avenida Centenário, em Criciúma. (Foto: CBMSC)

Contudo, alguns erros cometidos pelos condutores também podem contribuir para esse tipo de ocorrência. Entre eles, continuar usando o veículo mesmo após perceber sinais de mau funcionamento. “Estar sentindo cheiro de queimado ou perceber que um vidro abre ou fecha de modo intermitente, por exemplo. O motorista precisa investigar esse problema”, pontuou.

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O tenente ainda alertou para um tipo de situação menos comum, mas que pode acontecer em alguns automóveis. “Instalar sistemas de som e outros dispositivos sem ver as recomendações do fabricante pode causar um curto-circuito e iniciar um incêndio”, observou.

Caminhão carregado com produtos da Shopee destruído por incêndio, em Araranguá. (Foto: CBMSC)

Por fim, o tenente reforçou a importância de seguir os procedimentos determinados pelas montadoras e realizar revisões periódicas. “Tudo depende do que o manual pede e de qual a frequência necessária. Isso varia de modelo para modelo”, concluiu.

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