Criança agredida pelo padrasto com pedaço de madeira começa a ser acompanhada
Conselho Tutelar iniciou um atendimento mais exclusivo com uma família de quatro pessoas
Por Redação Engeplus
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Após um vídeo viralizado nas redes sociais nos últimos dias, de um homem de 40 anos agredindo o seu ex-enteado, de 3 anos, com um pedaço de madeira, o Conselho Tutelar de Tubarão iniciou um atendimento mais exclusivo com uma família de quatro pessoas: a mãe e seus três filhos, de 8 meses, de 2 e 3 anos - este último vítima da agressão do ex-padrasto. De acordo com o Jornal NotiSul, ainda nessa quarta-feira, dia 21, o caso foi repassado aos profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).
A notícia dos detalhes das imagens do vídeo tomou ampla repercussão, sendo que uma série de fatos ainda estão sob investigação pelas autoridades, principalmente, pelas agentes do Conselho Tutelar e do Creas.No entanto, segundo informações da própria mãe, não houve uma queixa-crime à época. “Não há registro de boletim de ocorrência porque ele nos ameaçava muito e tinha e ainda tenho medo dele”, expôs a mãe das crianças. O bebê, de 8 meses, é filho biológico do ex-casal. Segundo a mãe, que estava de quarentena quando filmou as agressões, os pontos da sua cesariana chegaram a arrebentar porque o ex-companheiro a empurrou e ela caiu momentos antes das pauladas.
Prisão - O homem, que chegou a ser preso na última terça à noite pela equipe da Delegacia da Criança, do Adolescente, e de Proteção à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), coordenada pela delegada Vivian Garcia Selig, não responde, ainda, pelo fato registrado no vídeo, mas é réu em uma ação por ameaça contra a ex, que informa que há várias mensagens com tal teor em seu celular - já repassadas às autoridades.
Ontem, no fim da tarde, o judiciário local emitiu um alvará de soltura após confirmar o pagamento de uma fiança arbitrada no valor de seis salários mínimos: R$ 5.280, a qual já havia sido decretada pela delegada responsável, mas o acusado - ou algum representante legal - não tinha realizado a quitação na DPCAMI, por isso a autoridade policial pediu pela reclusão, a qual foi acatada e ele chegou a ser encaminhado ao sistema carcerário.
Foi emitida, além do alvará, uma série de medidas protetivas para preservar a integridade da ex-companheira e das crianças.








