Crônica do Didé: em São Paulo, Criciúma vai do “céu ao inferno”
Por Mateus Mastella - tabelando@engeplus.com.br
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Uma vez líder, invencível, viajou para uma semana com sequência difícil e colocando tudo a perder durante a jornada percorrida em solo paulista. É hora de voltar para casa, pois o prejuízo foi grande e nada melhor do que a própria casa para iniciar a recuperação urgente.
Derrotas consecutivas: 3 a 1 para o Botafogo de Ribeirão Preto e 2 a 0 para o Mirassol ligaram o sinal de alerta forçando mudanças de postura com o time. Seria uma boa hora de voltar a ser um time brigador, tal como era no início da “era Paulo Baier”.
Primeira derrota
Tudo começou em Ribeirão Preto, com um relaxamento inicial custando caro ao time, mas com uma pequena recuperação no fim do primeiro tempo.
A reação veio e o time jogou tudo de si, mostrando muito futebol. Perdeu apenas no placar, pois, no futebol, na moral e na garra, venceu. A primeira derrota serviu de lição trazendo esperanças para o próximo jogo em território paulista.
Segundo jogo
A reação não chegou e o Mirassol foi superior o jogo inteiro. O Criciúma pouco criou, até o pênalti perdeu (crédito ao goleiro Edson, que defendeu no canto direito).
O segundo tempo começou com poucas chances e o Mirassol aplicou do contragolpe: foi lá e aproveitou o pênalti marcando 1 a 0 para o time paulista. O segundo gol foi para enterrar de vez um fraco Criciúma e cabia mais gols da equipe paulista, que atacava o tempo todo, mas terminou 2 a 0 mesmo.
Apesar da derrota, a aparente irritação do técnico Paulo Baier durante a partida foi o ponto positivo, pois mudanças da postura no time podem acontecer.
O clássico da reação
Vai ser em uma sexta-feira, a tarde, em horário incomum para um dia de semana, que o Criciúma recebe o rival, Figueirense, para um embate em busca da recuperação.
E que essa recuperação traga, enfim, o retorno daquele time brigador, que não deixava nenhuma bola passar e buscava o gol a todo custo, assim como foi o início da “era Paulo Baier”. E o Tigre volte a reassumir a liderança, que é seu lugar, pois a caminhada nesta Série C é longa





