De 2015 para 2019 Criciúma apresentou redução de 46% no número de roubos
Dados foram divulgados pela Polícia Civil na tarde desta segunda-feira, dia 23

A Polícia Civil de Criciúma, por meio da Divisão de Repressão a Roubos da Divisão de Investigação Criminal (DRR/DIC) apresentou dados positivos em relação aos roubos praticados na cidade. De 2015 para 2019, o município apresentou uma diminuição de 46% no número de crimes registrados. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira, dia 23, pelo coordenador da DRR/DIC, delegado Yuri Miqueluzzi.
Os resultados obtidos pela DRR/DIC em 2019 também foram melhores que os apresentado nos anos seguintes a 2015. Em 2019 os crimes de roubo apresentaram redução de 39% em relação a 2016 e 17% se os dados forem confrontados com 2017. Já em relação a 2018, o ano de 2019 não apresentou redução de roubos, mantendo-se estável.
“Comparado com 2018, os dados indicam redução de roubos com uso de arma de fogo, roubos em residência e roubos com mais de três autores, com estabilização da quantidade de roubos gerais. Ainda houve forte redução de 40% nos roubos de veículos na cidade em relação a 2018, sendo que três em cada quatro automóveis roubados foram recuperados e restituídos”, acrescentou Miqueluzzi.

A atuação da DRR, nos últimos dois anos, identificou 161 pessoas envolvidas em roubos ou delitos conexos, sendo indiciadas ao final das investigações. Neste período, foram representadas ao Poder Judiciário pelas prisões de 85 investigados nestes crimes.
As investigações de latrocínio – roubo com resultado morte – demonstram alta taxa de resolução. Nos últimos três anos, 100% destes graves delitos foram solucionados. Ampliando para os últimos cincos anos, o índice permanece elevado com 90% de resolução dos casos.
“Os dados apresentados são reflexos das ações da Polícia Civil na execução dos trabalhos investigativos e da Polícia Militar no policiamento ostensivo, além do Instituto Geral de Perícia (IGP), Departamento de Administração Prisional (DEAP) e demais forças de segurança, em conjunto com a atuação célere do Ministério Público e Poder Judiciário nas demandas investigativas”, disse o coordenador da DRR.







