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Esmola

Doar esmola prejudica quem a recebe

Criciúma oferece Casa de Passagem e Centro POP para moradores de rua

Por Heitor Carvalho - heitor@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Heitor Carvalho

A cidade de Criciúma, por meio da Assistência Social do município, busca o fim da esmola como doação para os moradores de rua. Para isso, o munícipio oferece a Casa de Passagem de São José e o Centro POP (Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua). As duas entidades se completam. No Centro POP o desabrigado tem a oportunidade de passar o dia e na Casa de Passagem de passar a noite.

Durante a hospedagem do morador de rua em ambos os locais, um trabalho de reinserção do indíviduo na sociedade é realizado pela assistência social das entidades. Além de oferecer a oportunidade do morador poder se alimentar, descansar e ter seus cuidados pessoais, as instituições buscam encaminhar o indíviduo em todos os sentidos, seja em questões psicólogicas, de saúde e até mesmo financeiras.

Segundo o secretário de Assistência Social do munícipio, Paulo Cesar Bitencourt, Criciúma tem total capacidade de acolher os moradores de rua e reinseri-los na sociedade se isso for da vontade deles. Mas para isso é preciso o apoio da população criciumense. "A nossa população é muito caridosa, mas nesse ponto isso não é bom, pois a esmola mais prejudica do que ajuda", explicou o secretário.

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Com a certeza de que Criciúma pode fazer esse trabalho é que a Prefeitura divulgou a campanha Esmola não é caridade. A intenção do secretário com a campanha é forçar o morador de rua a aceitar a ajuda do muncípio."Não recebendo esmola, o morador de rua será obrigado a procurar pelo Centro POP ou pela Casa de Passagem", ressalta Bitencourt.

Interessados no encaminhamento desses moradores as entidades, podem entrar em contato pelo (48) 3443.5687.

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