Eleição do Sindicato dos Vigilantes começou nesta terça
Pela primeira vez em 12 anos, oposição disputa pleito
Pela primeira vez em 12 anos a eleição para o Sindicato dos Empregados em Empresas de Vigilância e Transporte de Valores da Região Sul de SC (Sinvac) tem a oposição na disputa. A eleição acontece nestas terça e quarta-feira, na sede do sindicato (localizado no prédio do Sindicato dos Mineiros, em Criciúma). Outras cinco urnas percorrem as empresas da região. O mandato é de quatro anos.
São cerca de 1,2 mil trabalhadores distribuídos nos municípios de, Araranguá, Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Jacinto Machado, Maracajá, Meleiro, Morro da Fumaça, Morro Grande, Nova Veneza, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Siderópolis, Sombrio Timbé do Sul, Turvo, Urussanga.
Conheça as principais propostas de cada chapa
Chapa 1 - Situação
A Chapa 1 se candidata à reeleição prometendo lutar pela unificação do piso nos três estados do sul; manutenção da jornada 12 x 36; regularização biométrica para os vigilantes da CEF; manutenção do cargo de vigilante e não controlador; pagamento de horas extras no período de reciclagem em todas as empresas; legalização do porto de arma fora do horário de trabalho.
“Está nas mãos da categoria avançar em um projeto que saneou administrativa, financeira e moralmente o nosso Sindicato, ou apostar em uma proposta que pode tornar nosso sindicato alavanca para outras intenções”, afirma o atual presidente Bento Freitas em suas propostas.
Chapa 2 - Oposição
O candidato a presidente Bertolino Borges Alves destaca as principais propostas da oposição: a chapa luta pelo combate à vigilância clandestina; a luta contra a fragmentação de horário e salário e a regularização dos profissionais com desvio de função.
“Vamos disputar a eleição por sentirmos que a categoria está totalmente abandonada sem a presença do sindicato. A impressão é de que não temos um sindicato que represente os vigilantes na Região, que não ouve os problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho. Eu faço parte da direção vigente que concorre a reeleição mas rompi com este grupo e disputo na oposição por discordar da postura do atual presidente e alguns diretores como a falta de espaço para opinar e atuar”, pontua Bertolino.







