Em média, 30 placas de sinalização são trocadas por mês em Criciúma por vandalismo e acidentes
Em 2020, mais de 30 boletins de ocorrência foram registrados
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O furto e o vandalismo de placas de sinalização têm gerado prejuízos à Prefeitura de Criciúma. Além de deixar o trânsito confuso, ainda há riscos de acidentes, segundo o gerente de operações da Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT), Paulo Borges.
“É uma vergonha. Eu não dou mais conta de trocar cavaletes de trânsito. No desvio que fizemos na avenida Imigrantes Poloneses eu perdi 80 cones e os motoristas passavam por cima. Preciso repor placas todos os dias, pois são furtadas ou destruídas”, explica Borges. Conforme o gerente de operações da DTT, as placas de alumínio são furtadas e revendidas. “Quebram para vender e isso só existe porque tem gente que compra. As pessoas não entendem a confusão que traz para os motoristas que muitas vezes não conhecem o percurso”, destaca.
De acordo com Borges, em média, cada cavalete custava em torno de R$ 43, porém o material foi trocado por lona de plástico, que custa cerca de R$ 28. “Mesmo sendo de lona, as pessoas furam, por exemplo. O problema continua igual”, lamenta. “É dinheiro público e temos que lembrar disso. Em 2020, a empresa responsável pelas obras do Binário, no bairro São Luiz, registrou mais de 30 boletins de ocorrência por furto de placas”, acrescenta.
Os furtos acontecem em toda cidade de Criciúma. “Nesta quinta-feira, já troquei seis cavaletes em poucas horas de trabalho. Com certeza teremos mais placas danificadas também ao longo do dia. É difícil fazer um levantamento do dinheiro gasto com essas placas, mas garanto que é um valor alto”, finaliza.








