Portal Engeplus, 20 anos
Publicidade
PublicidadePublicidade
Içara

Estabelecimentos flagrados vendendo produtos furtados podem ter punição mais severa

PL da vereadora Elisângela Manarim será votado na sessão desta terça-feira, dia 2

Por João Gabriel da Rocha

2 min de leitura

Compartilhar:
Estabelecimentos flagrados vendendo produtos furtados podem ter punição mais severa
Foto: Divulgação/Ilustrativa

Um Projeto de Lei (PL) da vereadora Elisângela Manarim (PSDB), que propõe a cassação do alvará de estabelecimentos flagrados vendendo produtos furtados ou roubados em Içara, será votado nesta terça-feira, dia 2. A proposta busca combater esse tipo de crime, especialmente envolvendo fios e cabos elétricos, e garantir mais segurança e continuidade dos serviços prestados à população.

Segundo a vereadora, também estarão sujeitos à cassação estabelecimentos ou empresas que forem flagrados adquirindo, distribuindo, transportando, estocando ou revendendo produtos provenientes de furto, roubo ou receptação.

Elisângela destacou que o PL está alinhado à Lei Federal nº 15.181/2025, que aumentou significativamente as penas para crimes envolvendo materiais como fios e cabos elétricos. “Trata-se de itens essenciais para a manutenção da energia elétrica, telecomunicações e serviços públicos”, afirmou.

Publicidade

Conforme a parlamentar, ao constatar alguma das situações listadas, os órgãos municipais elaborariam um relatório fundamentado e instaurariam uma sindicância para apurar responsabilidades. Além disso, matérias jornalísticas comprovadas poderiam servir como base para a fiscalização solicitar boletins de ocorrência aos órgãos de segurança pública.

Após a conclusão da sindicância, seria aberto um processo administrativo, no qual o estabelecimento poderia apresentar defesa, com prazo máximo de 60 dias para conclusão. Caso confirmada a irregularidade, haveria cassação definitiva do alvará de funcionamento e, se não houvesse comprovação, o processo seria arquivado.

A fiscalização ficaria a cargo do Poder Executivo, em cooperação com os órgãos de segurança pública, podendo resultar em responsabilização penal além das sanções administrativas.

Para Elisângela, a medida fortalece a fiscalização municipal, protege a infraestrutura urbana e reforça o compromisso do poder público com a legalidade. “Ela contribui para uma cidade mais segura e organizada, garantido que o interesse coletivo prevaleça sobre práticas ilícitas”, pontuou.

Compartilhar:
Receba as notícias de Criciúma e região no WhatsAppAs principais do dia, direto no seu celular. Grátis.Entrar no grupoLeia a seguirCâmara aprova projeto que altera regras para prisão temporária