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Gemellaggio só

Gemellaggio só deu bons frutos, avalia Crepaldi

Por Nei Manique - neimanique@engeplus.com.br

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Foto: Arquivo / Engeplus

O ensino da língua italiana nas escolas da rede municipal encabeça a lista de benefícios gerados pelo gemellaggio entre a comunidade de Rio Jordão, em Siderópolis, e Forno di Zoldo (Itália).

A avaliação é do presidente da Associação Bellunesi Nel Mondo, José Crepaldi, ao comemorar os 15 anos do programa.

Assinado em dezembro de 1995 por iniciativa do padre Herval Fontanella, falecido 11 anos depois, o pacto de cidades-irmãs gerou pelo menos três visitas oficiais de comitivas de Siderópolis a Zoldo. “Inúmeras crianças carentes do nosso município foram alvos de adoção à distância, recebendo apoio financeiro”, lembrou Crepaldi.

A solidariedade dos zoldanos beneficiou inclusive a Apae de Siderópolis, apontou o dirigente. A introdução da língua italiana no currículo das escolas municipais, com uma hora/aula semanal, agrega um forte simbolismo aos resultados do programa. “Nossas crianças passaram a resgatar a nossa língua-mãe”, assinalou.

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O intercâmbio profissional também prosperou. “Centenas de jovens de Siderópolis obtiveram emprego na Europa, não apenas na Itália, mas também nas sorveterias da Alemanha. Uma pesquisa recente da nossa associação mostrou que 92% deles pretendem investir um dia aqui na nossa cidade.”

QUINZE ANOS
Os 15 anos da assinatura do gemellaggio serão comemorados nos dias 13 e 14 deste mês com a participação do bispo de Balsas (MA), D. Enemésio Lazzaris, natural de Siderópolis. Durante o fim de semana, ele lançará livro Família Lazzaris – Pascai, Tributo a um Imigrante, relatando a história da colonização e de sua família.

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Leia a seguirQuinze anos do gemellaggio traz D. Enemésio Lazzaris