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Tratativas

Governo de Criciúma estará em Brasília para tentar assumir as casas militares da Praça do Congresso

Município quer transformar os imóveis na 'Vila das Etnias'

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Governo de Criciúma estará em Brasília para tentar assumir as casas militares da Praça do Congresso
Foto: Thiago Hockmüller/Arquivo/Portal Engeplus

A Prefeitura de Criciúma segue trabalhando para agregar ao seu patrimônio sete das nove casas do Exército Brasileiro situadas na Praça do Congresso, no Centro da cidade. A intenção do município é revitalizar os espaços e transformá-los em restaurantes especializados na gastronomia das sete primeiras etnias que colonizaram o município (italiana, alemã, africana, polonesa, árabe, portuguesa e espanhola).

O prefeito Clésio Salvaro já esteve em Florianópolis e no Rio Grande do Sul tratando do assunto no 4º Grupamento de Engenharia (4º GPT E.), em Porto Alegre, no Comando Militar do Sul. Agora, o chefe do Poder Executivo estará em Brasília, para tentar concluir o projeto.

“Nós estamos agora aguardando, talvez no final deste mês ou no início de abril, nós vamos para Brasília, no Ministério das Minas e Energias, apresentar o nosso projeto de Criciúma, conectado com energia. O objetivo é apresentar no Ministério a usina fotovoltaica com os carros elétricos e, com isso, já vamos aproveitar a viagem e discutir com o Exército Brasileiro a transferência daquelas propriedades para o município”, explica Salvaro.

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Segundo Salvaro, o município já tem aprovação do Exército em algumas regiões. “Nós já avançamos, temos a aprovação de Criciúma, Florianópolis e Rio Grande do Sul. Falta a última etapa que nós vamos tratar em Brasília. Tenho muita fé que vamos conseguir”, afirma.

A proposta da Prefeitura de Criciúma é que os espaços sejam concedidos para a iniciativa privada, por meio de licitação, mas o modelo de concorrência ainda não foi definido. “Temos que primeiro ver se vamos conseguir assumir o patrimônio. Depois pensaremos na licitação. Não queremos derrubar aquelas casas. Queremos manter a estrutura, é um patrimônio histórico. O objetivo é apenas reformar e deixar bonito. Também não sabemos se a revitalização ficará para o município ou para quem vencer a concorrência”, comentou Marcos Mendonça, presidente da Fundação Cultural de Criciúma (FCC).

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