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Efetivo policial

Içara irá formar 26 policiais militares temporários a partir de junho

Comandante da PM falou sobre o curso de formação em sessão da Câmara

Por Leonardo de Souza - leonardo.minatto@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Içara irá formar 26 policiais militares temporários a partir de junho
Foto: Fabrício Júnior/Portal Engeplus

A partir de junho, o 29° Batalhão de Polícia Militar (29°BPM) de Içara começará o curso de Policial Militar Temporário. A iniciativa, criada em 2025, forma voluntários que integram o efetivo da Polícia Militar (PM). Os formandos tem contrato de um ano, que pode ser renovado até oito anos.

Em sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Içara, realizada nessa terça-feira, dia 19, o comandante do 29°BPM, Eduardo Moreno, explicou os requisitos para participar do curso. “É preciso ter o ensino superior completo e participar de um concurso. Se passar, o candidato participará de um curso de formação. Após a formatura ele poderá atuar na rua, como se fosse um militar de carreira”, explicou.

De acordo com o comandante, os policiais temporários terão atuação em atividades operacionais, em programas institucionais, como a Rede de Vizinho, Rede Catarina e Ronda Escolar, além de participar de policiamentos ostensivos a pé e com bicicletas, pelotão de trânsito e ser instrutor do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd).

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Ao todo, foram abertas 1.465 vagas, sendo que 26 dos escolhidos serão formados em Içara. Segundo o comandante, a expectativa é de que, após a conclusão do curso, o batalhão de Içara receba parte dos militares temporários formados. “Não tenho certeza de quantos serão integrados ao batalhão, porém estou muito confiante de que será muito positivo este aumento de pessoal”, destacou.

O curso começará no dia 22 de junho e termina no dia 4 de outubro. A formatura esta prevista para ser realizada no dia 9 de outubro. Além disso, Moreno afirmou que, a partir do curso de Policial Militar Temporário, os municípios poderão fazer convênios com o estado para aumentar o efetivo.

“Por quaisquer razão, se a prefeitura tem o desejo de ter mais militares e tem condições de arcar com o salário do policial, ele pode fazer esse convênio. O estado forma, fornece a viatura, fardamento, armamento, toda a estrutura e disponibiliza um efetivo maior”, ressaltou.

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