Incentivo ao esporte: aulas de skate gratuitas em Criciúma
Aulas são realizadas aos sábados na pista de skate da cidade
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Incentivo ao esporte e ao lazer é o intuito do projeto das aulas gratuitas de skate em Criciúma. Buscando trazer oportunidades e visando o futuro, a ação acontece aos sábados na pista de skate, próximo ao cemitério do bairro São Luiz. Os materiais utilizados nas aulas foram de doações e são fornecidos aos alunos.
As aulas começaram no primeiro sábado do mês, dia 2, e já estão com 18 alunos inscritos. “Nossa meta era receber 15 crianças, mas já ultrapassamos o número. Ficamos muito felizes com a procura e a aceitação do projeto. Virou um ambiente totalmente familiar. Os pais e responsáveis trazem seus filhos e ficam assistindo e participando também dos encontros”, comenta professor Samuel Alexandre, o Muca.

Daniela da Silveira trouxe o filho Arthur, de 6 anos, para aprender a andar de skate. “Meu filho sempre quis andar de skate e não encontrávamos um lugar para ensinar ele. O projeto trouxe a oportunidade para ele aprender. O Muca é muito prestativo, sempre atende as crianças e ajuda com muita paciência”, ressalta. “A ação é muito importante para a cidade e para nossas crianças”, acrescenta.
O presidente da Fundação Municipal de Esportes (FME), Nícola Martins acompanha as aulas e comenta que é muito importante o esporte para a região. “O skate é um esporte olímpico. Aquela visão ultrapassada de que skate é coisa de gente delinquente está sendo superada. Quando apresentaram a ideia da escolinha, fomos parceiros de primeira hora. Nós cedemos um espaço no Ginásio Municipal para guardar os skates e materiais de aula”, relata.

A pequena Helena, de 5 anos, está em sua terceira aula. “Estamos vendo uma evolução nela. Atualmente, a tecnologia faz com que muitas crianças não queiram mais praticar esportes. Mas este projeto proporciona às crianças conhecerem outras pessoas e praticar um novo esporte. Ela está adorando e apoio muito. O professor sempre dá muita atenção às crianças e isso é importante, nos traz tranquilidade”, comenta Juliana Maria Lorenzoni, mãe de Helena.

O professor declara que não esperava tantas crianças e que já estão pensando em ampliar a ação. “Não temos mais como receber crianças, porque já ultrapassou as inscrições. Queremos aumentar os projetos, encontrar novos parceiros. Tudo isso tem me deixado muito feliz, as pessoas abraçaram nossa ideia”, observa.
“Não temos mais vagas. Não vamos conseguir atender novas crianças. A meta era 15 alunos e temos 18 pequenos de 3 a 11 anos. Estamos buscando mais recursos, outras ações para trazer ainda mais crianças”, lembra.
Os interessados em conhecer o projeto ou ajudar a ação com materiais deverão entrar em contato com o professor Muca pelo telefone: (48) 9.9906-5209.








