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Fraude

Investigação levanta golpes relacionados aos jogos Fortnite

Investigadores da Eset identificaram armadilhas para roubar a conta e dados associados

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Investigação levanta golpes relacionados aos jogos Fortnite
Foto: Divulgação

O jogo Fortnite e mais especificamente o seu modo Battle Royale, é considerado um dos fenômenos do ano. Como normalmente acontece com aplicativos que têm um grande sucesso, os cibercriminosos não tardam em aproveitar para obter benefícios às custas dos usuários. Alguns prometem ajuda para avançar no jogo e, assim, roubam a conta e dados associados.

Também foram descobertos aplicativos falsos para obter vantagens, mas que na verdade levavam malwares ao computador da vítima, e ainda, um golpe que prometia a possibilidade de instalar o jogo no Android, quando na realidade esta opção não existia.

Além de poder jogar em computadores e consoles, muito do seu sucesso é explicado pela possibilidade de reproduzi-lo em smartphones, embora no momento essa possibilidade só exista para dispositivos iOS, como o iPhone ou o iPad. Enquanto o lançamento para Android está previsto para os próximos meses, os cibercriminosos trazem a falsa possibilidade de instalar o jogo no Android, mas que na verdade acaba infectando o dispositivo.

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Uma das técnicas mais utilizadas consiste em preparar vídeos em que se ensina aos jogadores como baixar e instalar uma suposta versão de Fortnite para Android.

Por outro lado, os usuários de Fortnite que jogam em computadores também são afetados por golpes. Alguns usuários querem obter vantagens sobre seus rivais e é por isso que eles procuram maneiras de fraudar e instalar algum tipo de software que permita fazer isso. Uma busca rápida porhacks de Fortnite traz centenas de resultados com vídeos explicando como fazer essas armadilhas ou como conseguir a moeda usada no jogo (V-bucks) gratuitamente para comprar novos acessórios cosméticos para os personagens.

No entanto, ao tentar ter vantagem no jogo, os usuários acabam infectando seus equipamentos com malware ou têm as credenciais de acesso ao jogo roubadas.

Colaboração: Eset América Latina

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