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Economia e saúde

Lei garante presença do morango catarinense na merenda escolar

Alimento é rico em nutrientes e é produzido em todo o estado

Por Redação Engeplus - jornalismo@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Lei garante presença do morango catarinense na merenda escolar
Foto: Aires Mariga/Epagri

O morango produzido em Santa Catarina está incluído na merenda escolar da rede pública de educação básica, conforme determina lei proposta pelo deputado Padre Pedro Baldissera (PT), aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

Além de alimento rico em ferro, cálcio, potássio, selênio, magnésio, várias vitaminas e ter propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas, o morango tem se destacado como importante alternativa de produção para o pequeno agricultor catarinense.

“Com essa lei aprovada garantimos alimentação saudável e de qualidade para nossos estudantes e, ao mesmo tempo, fortalecemos a agricultura familiar, gerando renda e valorizando os produtores locais”, comemorou o deputado. “Existe produção de morango em todas as regiões do estado e o interesse na cultura se deve, entre outros fatores, ao rápido retorno econômico da atividade.”

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Santa Catarina é o sexto maior produtor de morango do país, conforme dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que há 10 anos pesquisa o cultivo da fruta em sistema semi-hidropônico e já é referência nacional neste tema.

Padre Pedro lembra que em Florianópolis e cidades vizinhas, segundo a Epagri, existe a maior concentração da produção estadual, com presença em 34% das propriedades, em municípios da encosta da Serra, entre eles Rancho Queimado, que a Alesc denominou como Capital Catarinense do Morango.

A produção ainda está presente em todas as regiões catarinenses. Os dados oficiais mostram que no Planalto Norte a produção é feita em 15% das propriedades rurais. O Planalto Sul tem a fruta em 10% e o Alto Vale do Rio do Peixe em 9% das propriedades. No Litoral Sul é 7%, no Litoral Norte 3%, no Alto Vale do Itajaí 7%, no Extremo Oeste 4%, no Oeste 3% e no Meio-Oeste 2%.

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