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Criciúma

Loteamento Industrial do Verdinho: empresas devem iniciar produção em 2026

Empreendimento deve gerar cerca de mil empregos diretos

Por Jessica Rosso Crepaldi - jessica.rosso@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Agenor Brunel

As 18 empresas que estão se instalando no Loteamento Industrial do Verdinho (LIV), em Criciúma, devem iniciar a produção no primeiro semestre de 2026, dentro do prazo estipulado para o início das operações. Conforme o coordenador da Casa do Empreendedor, Agenor Brunel, 12 delas já estão com o galpão construído e as demais, com a terraplanagem concluída.

A estimativa inicial é que o loteamento gere cerca de mil empregos diretos, número que deve aumentar gradualmente nos próximos anos. Segundo Brunel, o loteamento está em uma localização favorável de acesso às empresas.

“Ele é de suma importância para o município e para a região, porque vai aglomerar várias empresas, gerando emprego e renda. Está localizado bem próximo à BR-101, com fácil acesso para o escoamento da produção”, destacou. O loteamento fica localizado em frente ao Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Pedro Raymundo, na rodovia Governador Jorge Lacerda.

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São segmentos variados que estarão produzindo no loteamento como indústrias química, metal mecânica, metalúrgica, montagem de estruturas metálicas, medicamentos para a agroindústria e agropecuárias, centros de distribuição, transportadora, fabricação de motorhome, usina de asfalto, entre outros. As empresas que estão se instalando, em sua grande maioria são de Criciúma, mas há também empreendimentos de outros municípios como Cocal do Sul, Morro da Fumaça Tubarão, Araranguá e Lages.

Competitividade

Um dos custos mais elevados para quem produz é a energia elétrica. Conforme Brunel, uma das vantagens para as empresas que estão se instalando no loteamento, além da boa logística, será a energia mais barata. “Ali é cooperativa, então é um um pouco mais barato que a Celesc, já é um grande passo, um fator determinante para que tenha um custo menor e competitividade com os demais”, detalhou.

As empresas que já concluíram a construção dos galpões avançam agora para a instalação dos maquinários, transporte de matéria-prima, ligação de energia e água, além de outros preparativos essenciais antes do início das operações. A estimativa é de que o loteamento industrial movimente cerca de R$ 500 milhões anuais.

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