Maconha e cocaína são as drogas mais apreendidas pela Polícia Militar
Em cinco meses, polícia já apreendeu 30 quilos de maconha e mais de oito de cocaína
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A Polícia Militar (PM) tem como missão proteger a sociedade, combater o crime e preservar a ordem pública. Com diversas ações realizadas durante os primeiros cinco meses de 2019, os policiais da 6ª Região (RPM), que atende 27 municípios, registra números positivos. Atualmente, é a terceira com mais ocorrências atendidas em Santa Catarina, somando mais de 20 mil.
De acordo com o comandante da 6ª RPM, coronel Cosme Manique Barreto, já foram recolhidos das ruas mais de 30 quilos de maconha. Ainda foram apreendidos 8,5 quilos de cocaína, 3.050 quilos de crack, 350 comprimidos de ecstasy, 245 micropontos de LSD, 18 pés de maconha e 385 gramas de outros entorpecentes. Além disso, também foram apreendidas também 77 armas.
“Uma das situações que conseguimos perceber desde 2017 é uma estabilidade da ação do policiamento preventivo em vários tipos de crimes. Em alguns conseguimos baixar bem e outros manter a estabilidade, como o homicídio. Em 2016, tivemos 65 homicídios, em 2017, foram 61 homicídios, já em 2018, foram 54 homicídios. Este ano, até o momento são 32 homicídios e pelos indicadores a uma grande possibilidade de ficar dentro desses números. Existe uma pequena diferença a mais em relação ao passado, mas este ano, em janeiro foi diferenciado. Alguns crimes ocorreram que não são comuns. Mas, no decorrer dos outros meses já conseguimos estabilizar a situação”, explica.

Para o coronel, as ocorrências estão dentro da normalidade. “Às vezes podem ocorrer grandes apreensões, como aconteceu em Araranguá no ano passado. Mas isso foge da normalidade. As ações da Polícia Militar são em cima do pequeno vendedor, do traficante que se estabelece no bairro, é aí onde a PM trabalha. As grandes apreensões dependem de investigações grandes, porém, são próprias da Polícia Civil”, ressalta.
A PM realiza diversos projetos como Rede de Vizinhos e ações preventivas. “Os sistemas de redes que trabalhamos conseguem nos ajudar. Chegar no zero é quase impossível”, finaliza.






