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Fator determinante

Moacir Jr. lamenta falta de atenção na bola parada

“Acabamos pagando muito caro”, lamenta técnico do Tigre

Por Marcelo de Bona - marcelodebona@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Moacir Jr. lamenta falta de atenção na bola parada
Foto: Marcelo de Bona/Arquivo Engeplus

A bola parada foi determinante para o revés do Criciúma na noite desta terça-feira, em Salvador. Além de, novamente, perder um pênalti, o time carvoeiro levou dois gols em cobrança de escanteio. Após a partida no estádio Barradão, Moacir Júnior comentou sobre as falhas primordiais para o novo tropeço do time carvoeiro.

“Infelizmente, no primeiro tempo cedemos muito espaço para o Vitória. Tivemos um rendimento aquém daquilo que esperávamos e poderíamos render. A segunda etapa foi distinta, fizemos as substituições cabíveis e a equipe cresceu. Contamos também com duas situações inusitadas. Não havíamos tomado nenhum gol de bola parada no campeonato, e hoje sofremos dois. Ainda tivemos uma penalidade não convertida. A somatória de tudo isso fez com que a gente não conseguisse um bom resultado”, aponta o técnico do Tigre.

De acordo com Moacir Júnior, o sistema defensivo tricolor não teve a atenção necessária nos dois lances que originaram os gols do Vitória. “Quando é feita a marcação individual, o atleta já sai do vestiário com o adversário designado a ser marcado, inclusive com a camisa direitinho. Na verdade, não tivemos a atenção devida e acabamos pagando muito caro. Pelo ímpeto do segundo tempo, mostramos poder de reação, e poderíamos ter colhido um resultado melhor”, ressalta o técnico.

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Moacir Júnior ainda justificou o fato de Cleber Santana, que havia desperdiçado uma cobrança de penalidade máxima na partida contra o Atlético Goianiense, não ter batido o pênalti nesta noite. “Treinamos praticamente todo dia, após o treino, a penalidade máxima. Existem três batedores definidos. Hoje, o Cleber Santana é o batedor oficial. Mas existe a liberdade entre os atletas que se sentirem melhor para solicitar a cobrança. Isso a gente não pode coibir. O Cléber cedeu a cobrança ao Paulo Sérgio, mas infelizmente não conseguimos converter”, explica o comandante tricolor.

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