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Relato

Morando na Inglaterra, criciumense relata situação sobre a segunda onda do coronavírus

Larissa Fernandes Cunha, de 26 anos, mora em Westbury

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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Morando na Inglaterra, criciumense relata situação sobre a segunda onda do coronavírus
Foto: Divulgação

Diversos países da Europa anunciaram nos últimos dias mais restrições em virtude de uma possível nova onda do coronavírus. A criciumense Larissa Fernandes Cunha, de 26 anos, mora em Westbury, no interior da Inglaterra, e relatou a situação. Ela está fora do Brasil há quase dois anos, vivendo com o marido Eduardo Goulart de Medeiros.

“No início da pandemia estávamos morando em Sylt, na Alemanha. Na metade do mês de março foi estabelecido que deveriam fechar todos os estabelecimentos, não poderia reunir muitas pessoas em suas casas e sair apenas se fosse muito necessário. Permaneceram essas regras extremas durante cerca de 15 dias. Após isso, começaram a liberar os estabelecimentos gastronômicos para atender os clientes, mas somente para levar embora. Não poderia comer no restaurante. Ficou assim por dois meses. Nesse período, o governo contribuiu com auxílio para as pessoas que tinham trabalho fixo”, lembra Larissa.

A jovem conta que após o retorno das atividades, os estabelecimentos começaram a ficar novamente movimentados, assim como as ruas. “É obrigatório o uso de máscaras em lugares fechados, mas nas ruas aqui na Europa, a maioria das pessoas não usa máscaras e não é uma regra usar em lugares ao ar livre. Desde o início da pandemia é dessa forma”, explica.

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Atualmente morando na Inglaterra, Larissa relata que está havendo um número significativo de novos casos de Covid-19. “Boris Johnson, que é o primeiro ministro do Reino Unido, fez um pronunciamentos alegando que está previsto um novo lockdown, apesar de que o mesmo não gostaria que houvesse. Ele acredita que será necessário. Há rumores, mas nada confirmado, de que este a princípio terá duração de duas semanas. Ainda não foi estabelecida uma data exata. Estamos aguardando novos pronunciamentos para saber mais informações”, comenta.

Larissa frisa que na Inglaterra as regras são determinadas por regiões. “No momento está sendo estabelecido por regiões, níveis de gravidade. Cada nível possui determinadas restrições. Existem também regras que devem ser respeitadas por toda a Inglaterra, uma delas é de que não devem reunir mais de seis pessoas em lugares fechados, sujeito a pagamento de multa. Referente aos trabalhos, por enquanto continuamos trabalhando normalmente”, finaliza

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