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Mulher fere

Mulher fere o marido com uma chave de fenda para se defender de agressões

Matéria atualizada às 11h49min/ Ele foi levado ao Hospital São José, em Criciúma, mas fugiu do local

Por Amanda Garcia Ludwig - amanda.garcia@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Matéria atualizada às 11h49min/ A Polícia Militar de Criciúma foi acionada por volta da 0h40min desta terça-feira no Centro de Criciúma, onde um homem estava caído e sangrando. Dentro da residência estava sua esposa, de 29 anos, que relatou aos policiais que agrediu o marido com golpes de chave de fenda no peito, para se defender de agressões que vinha sofrendo.

A vítima foi levada ao Hospital São José, em Criciúma, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Segundo informações da PM, na casa estavam ainda os filhos do casal, de três e cinco anos. O Conselho Tutelar foi acionado, mas não compareceu ao local. A conselheira tutelar orientou os policiais que levassem as crianças até a Delegacia de Proteção à Mulher, à criança e ao Adolescente.

A mulher foi levada à delegacia para a delegacia por tentativa de homicídio. Após os procedimentos legais, os policiais se dirigiram até o hospital para colher informações com o marido, mas foram informados pelos enfermeiros que ele havia fugido antes que a guarnição chegasse ao local.

Conselho Tutelar – A conselheira tutelar Teresinha de Jesus explica que o órgão foi acionado e ficou em alerta para o caso de a mãe ser presa. Ela explica que a Polícia Militar entrou em contato para avisar sobre o caso e informou que estava levando a mulher, junto com as crianças, para a Central de Flagrantes do bairro São Luiz, em Criciúma.

“Quando as crianças são levadas à Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, o Conselho Tutelar vai até o local imediatamente. Neste caso, como estavam indo à Central de Flagrantes, entramos em contato com os policiais civis e eles ficaram responsáveis por nos avisar caso a mãe fosse presa”, explica Teresinha.

Em casos como este, quando a mulher é presa, o delegado entra em contato com o órgão para que as crianças sejam levadas. “Neste caso, a mulher não foi presa e ficou com as crianças. O Conselho Tutelar não interfere para retirar as crianças dos braços de uma mãe dessa forma”, avalia.

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