Não foi atentado, garante comandante da PM
Comando local da Polícia Militar trata do caso em Criciúma como vandalismo

A Polícia Militar trata de descartar a hipótese de um atentado para justificar o incêndio a um ônibus na noite desta quarta-feira no Loteamento Vida Nova, em Criciúma. “Não é atentando, mas sim um caso isolado de vandalismo”, reforça o tenente coronel Evandro Fraga, comandante do 9o Batalhão de Polícia Militar. Esta é a linha do discurso da Polícia Militar em nível estadual para ocorrências do gênero.
Mas para a Polícia Civil, há algo diferente nesta ocorrência. “Acontece que a facção envolvida em outros atentados havia proibido os seus componentes a realizar ataques como este, para não prejudicar o cidadão de bem que depende do transporte coletivo”, observa o delegado Márcio Campos Neves, da divisão de repressão a roubos da Divisão de Investigação Criminal (DIC). Houve relatos de populares que, ontem à noite, ficaram sem transporte por conta do incêndio do veículo em Criciúma, embora no momento do ataque o ônibus estivesse vazio, apenas com o motorista, que foi retirado antes de o fogo ser ateado.







