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Criciúma

‘Não trabalhamos sob pressão, trabalhamos com ciência’, afirma Salvaro sobre uso de medicamentos

Prefeito voltou a ressaltar que apenas os médicos deverão prescrever medicamentos

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

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‘Não trabalhamos sob pressão, trabalhamos com ciência’, afirma Salvaro sobre uso de medicamentos
Foto: Rafaela Custódio / Arquivo Engeplus

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, voltou a falar sobre o uso de medicamentos na cidade em relação à Covid-19. O chefe do Poder Executivo ressaltou que todos os remédios deverão ser prescritos por médicos e profissionais da área da saúde e não por políticos. A Capital do Carvão registrou nesta quarta-feira, dia 8, a 14ª morte pela Covid-19. Trata-se de uma idosa de 82 anos, que estava internada no Hospital da Unimed.

“Esse é um assunto da ciência e da medicina. Isso não cabe ao político sair com blocos de receita prescrevendo cloroquina. Em Criciúma, desde o início da pandemia, estamos trabalhando com muita responsabilidade. Estamos dialogando com os médicos, com a Vigilância Sanitária e entre os próprios médicos existem opiniões divergentes, pois não há um protocolo”, declarou em entrevista ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

O prefeito ainda elogiou o trabalho do secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande e afirmou que a Covid-19 tem sido tratada com muita seriedade no município. “Não podemos brincar com saúde. Nós da cidade decidimos que vamos disponibilizar o medicamento. Cabe ao médico recomendar ou não o uso dos remédios. Não vamos sair prescrevendo ou como se fosse distribuir como pastéis. Não trabalhamos sob pressão, trabalhamos com ciência”, disparou. “Nós dialogamos muito com os médicos. Nunca vamos tirar o poder dos profissionais sobre o que é melhor para os pacientes. Temos que respeitar a ciência e os médicos”, acrescentou.

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O chefe do Poder Executivo ainda reforçou a importância do isolamento social para combater o coronavírus. “Temos que manter o distanciamento social e continuar utilizando máscaras. O hospital está lotando cada vez mais. Chegamos a conclusão de que podemos viver nesse novo normal e com essas dificuldades todas. Temos que nos adaptar enquanto a vacina não chegar”, observou.

Salvaro ainda relatou que todas as pessoas que morreram em virtude da pandemia eram importantes. “Perdemos pessoas. Não eram velhos, eram idosos. Nós temos que dar esperança para as pessoas viverem mais”, finalizou.

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