Operação da Polícia Civil prende sete, retira armas de fogo, moto furtada e drogas de circulação
Ação policial iniciou às 6 horas desta quarta-feira e contou com 130 policiais da região

Uma operação da Polícia Civil de Criciúma tirou de circulação três armas de fogo, um motocicleta furtada, drogas e sete pessoas envolvidas no tráfico de entorpecentes na região. A ação policial iniciou às 6 horas desta quarta-feira e contou com 130 policiais da região. Conforme o coordenador da operação, o delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma, André Milanese, além dos detidos, três adolescentes foram levados à Delegacia de Polícia e, posteriormente, liberados. Um deles portava uma arma de fogo e os outros dois uma porção de drogas. Eles revendiam os produtos ilícitos para um traficante da região dos bairros São Sebastião e Santo André, onde as abordagens aconteceram, em Criciúma. Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão.
No Balneário Rincão, foram cumpridos oito mandados, e na região de Forquilhinha seis mandados de busca e apreensão. “Em Criciúma tínhamos sete prisões temporárias para serem cumpridas, tivemos êxito em prender três pessoas, todos eles por tráfico de drogas. Foram apreendidos muitos entorpecentes e também armas de fogo, ficando bem caracterizada a situação flagrancial”, afirma o delegado.
Em Forquilhinha, foi detido um preso temporário, que também atuava no tráfico na cidade. Outro homem com envolvimento no tráfico drogas foi preso no Balneário Rincão, sendo que este portava uma moto furtada. Já em Jaguaruna, na praia do Torneiro, foram detidas três pessoas com meio quilo maconha. “A operação foi positiva, pois tiramos bastante droga de circulação, três armas de fogo, uma moto furtada e prendemos ao todo sete envolvidos”, avalia Milanese.
Conforme o delegado, a operação começou após o último incêndio a ônibus registrado em Criciúma. Os detidos têm ligação com o Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Eles ocupam posições de liderança no grupo organizado formado dentro dos presídios do Estado. “Desde então intensificamos as investigações para identificar quem seriam os líderes da quadrilha e acabamos identificando alguns traficantes que vendiam drogas com objetivo de levantar dinheiro para estas pessoas. A ação exigiu muito dos policiais, contamos também com o apoio do Departamento de Administração Prisional (Deap). Entendemos que após estas prisões este grupo vai ficar fragilizado”, comenta Milanese. Existem ainda duas pessoas a serem presas. “As investigações seguem neste sentido na identificação de mais envolvidos”, conclui o delegado.








