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Morro da Fumaça

Parceria com ONG amplia número de castração de animais de rua

Ao todo, são 60 cães e 20 gatos de rua e de famílias carentes castrados por mês

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

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Parceria com ONG amplia número de castração de animais de rua
Foto: Divulgação

Na busca por diminuir a incidência de animais de rua em Morro da Fumaça, a Secretaria do Sistema de Saúde firma parceria com a Organização Não Governamental (ONG) de proteção animal, Vida de Cão. Estes convênios permitem atualmente a castração de 60 cães e 20 gatos por mês. Para que a ação seja realizada, o Governo Municipal custeia os procedimentos e o transporte até a clínica, que fica em Criciúma. A ONG por sua vez, faz o recolhimento e dá abrigo aos animais até a recuperação da cirurgia. Além dos animais de rua, cães e gatos de famílias carentes também têm o procedimento pago pelo Município.

Somente neste ano, a Secretaria do Sistema de Saúde já aplicou mais de R$ 15 mil na castração de cães e gatos. Para melhorar o transporte dos animais, recentemente foram adquiridas oito caixas transportadoras, um investimento de R$ 1,3 mil, que já foram entregues à ONG. “É um trabalho que parece simples, corriqueiro, mas que dá um grande resultado, já que assim conseguimos controlar a população de animais de rua existente em Morro da Fumaça”, destaca o secretário do Sistema de Saúde, Robson Francisconi.

Parceria que gera frutos

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O presidente da ONG, Eduardo Costa, destaca o auxílio dado pela Secretaria de Saúde. “Nós capturamos os cães de rua ou de famílias carentes que necessitam ser castrados e fizemos o encaminhamento, além disso, o secretário tem se mostrado bastante interessado em criar um Centro de Castrações municipal”, pontua o presidente da ONG, Eduardo Costa.

Ele destaca ainda que as pessoas ainda abandonam muitos animais nas ruas de Morro da Fumaça e que as castrações podem resolver os problemas, porém a longo prazo. “Existem também os problemas de maus tratos. A população tem que saber que isso é crime sujeito a prisão. Nós recolhemos muitos animais em caso de maus tratos, abandonados, doentes ou atropelados e temos que bancar o tratamento”, revela.

Proteção

Para ter maior controle, a Vigilância Sanitária atua de acordo com o Código Estadual de Proteção aos Animais (Nº 12.854/2003), já que a cidade ainda não possui uma legislação própria, devido a isso, o órgão municipal consegue notificar os proprietários que deixam animais soltos ou que não oferecem conforto e higiene aos mesmos. “Sabemos da importância deste trabalho e também em se investir nisso, pois se trata de saúde pública”, diz o prefeito Noi Coral.

O secretário de Saúde salienta que é difícil saber quantos cães e gatos existem nas ruas de Morro da Fumaça atualmente. “Sabemos que são muitos, pois basta um olhar mais atento para encontrarmos alguns destes animais, por isso a parceria com a ONG é de fundamental importância”, fala.

Colaboração: Marciano Bortolin

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