Polícia acaba com quadrilha que agia no Vale do Araranguá
Uma das uma das maiores quadrilhas que agiam em crimes considerados violentos na região do Vale do Araranguá foi descoberta nesta semana. Por meio de investigações conjuntas entre a Polícia Civil de Turvo e Sombrio, foram identificados dois homens suspeitos de participação no movimento criminoso organizado Primeiro Grupo Catarinense (PGC), com sede na Capital. Além deles, a polícia também conseguiu identificar mais três pessoas, entre elas uma mulher, como integrantes do bando apontado como responsável por pelo menos quatro crimes praticados em Turvo, Santa Rosa do Sul, São João do Sul e Sombrio. A comarca de Santa Rosa do Sul também já solicitou a prisão preventiva de um outro suspeito de participação nos crimes e que está foragido.
Prisões - Conforme o delegado Ari Soto Riva, da Comarca de Santa Rosa, as prisões ocorrem desde o mês de março, logo após os primeiros registros de furto com arrombamento registrados no dia 27 de fevereiro numa agência lotérica em São João do Sul, e no dia 29 de fevereiro em uma empresa de medicamentos em Santa Rosa do Sul. Dias depois, três pessoas foram presas em flagrante após o arrombamento de uma joalheria em Turvo. Depois disso, em 11 de abril, outros três foram presos em Sombrio acusados de tráfico de drogas.
Investigações - A Polícia Civil recebeu a informação de que o grupo se reunia em uma casa em Passo de Torres, local usado para o planejamento dos crimes e a divisão dos produtos dos furtos. A casa foi invadida pela polícia no início de março por meio de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça. No local foram recolhidas provas da participação da quadrilha nos crimes. Unindo essas provas às imagens de um furto a agência lotérica e à apreensão aos veículos utilizados nos crimes, a polícia conseguiu na Justiça a prisão preventiva dos componentes da quadrilha, que estão à disposição da Justiça no Presídio Regional de Araranguá.
Colaboração: Fernanda Guidi/Jornal Amorim



