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Por dentro da indústria: conheça o processo de beneficiamento do arroz parboilizado

Etapas garantem a qualidade desde chegada do grão na indústria até a mesa do consumidor

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Por dentro da indústria: conheça o processo de beneficiamento do arroz parboilizado
Foto: Divulgação/Expressio Comunicação

Para que as pessoas possam consumir o arroz com a qualidade que estão acostumadas, os grãos passam por um processo detalhado de beneficiamento dentro das indústrias. Como outros alimentos que saem da terra e precisam ser tratados para garantir o alimento ao paladar humano, da mesma forma acontece com o arroz, que no caso do tipo parboilizado, segue por etapas de encharcamento, autoclavagem, secagem, descascamento, brunimento, polimento, seleção e empacotamento, antes de ser encaminhado aos supermercados.

No caso da Fumacense Alimentos, a primeira etapa é a coleta de uma amostra para análise, antes mesmo do caminhão descarregar os grãos em casca na indústria. Com isso, a classificação verifica se o cereal está no padrão estabelecido para o beneficiamento. Em seguida, todo o produto fica armazenado nos silos, aguardando o beneficiamento.

No processo de parboilização da Fumacense Alimentos, os grãos ainda em casca são submersos em água quente nos tanques de encharcamento, seguido de aplicação de vapor por meio dos autoclaves, ocasionando o pré-cozimento e gelatinização do arroz, e garantindo maior rendimento de grãos inteiros. Nesta etapa, os nutrientes que estavam soltos nas camadas externas são absorvidos no interior do cereal.

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“É neste momento da gelatinização que esses nutrientes entram no grão, tornando o parboilizado mais nutritivo. Também é por este motivo que existe a diferença de coloração e influência no sabor, tornando o grão levemente mais amarelo”, ressalta a gerente industrial da Fumacense Alimentos, Lilian Tiscoski.

Posteriormente, ele é secado antes de ser encaminhado para o descascador, brunimento e polimento. Por fim, passa na seleção eletrônica para que sejam retirados os grãos que não estão no padrão de qualidade da Fumacense, e segue para o empacotamento, antes de ser devidamente armazenado e transportado para os supermercados de Norte a Sul do Brasil.

Colaboração: Monique Amboni/Expressio Comunicação

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