Preço da conta de luz pode cair em novembro com bandeira tarifária amarela
Desde junho operando na taxa mais elevada, decisão antevê alívio no bolso dos brasileiros

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), anunciou a nova bandeira para tarifas de energia no Brasil. Desde junho, o repasse ao cunsumidor está na bandeira vermelha - patamar 2, caracterizado pela taxa mais alta e custosa de geração de energia elétrica. Nesse índice, a tarifa sofre acréscimo de R$ 5 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. A partir de quarta-feira, dia 1, a bandeira vigente passa a ser a amarela. Nesse caso, a tarifa aumenta R$1 a cada 100 quilowatt-hora consumidos.
O Sistema de Bandeiras Tarifárias apresenta as seguintes modalidades: verde, amarela e vermelha e indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade.
Cada modalidade apresenta as seguintes características:
Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,010 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,030 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,050 para cada quilowatt-hora kWh consumido.






