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Criciúma

Presidente da Unimed reforça: ‘não é uma gripezinha, é uma doença gravíssima’

Leandro Avany Nunes pediu que as pessoas continuem em casa

Foto de Rafaela Custódio -

Por Rafaela Custódio -

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Foto: Rafaela Custódio / Arquivo Engeplus

A morte por suspeita de coronavírus de Evaldo Stopassoli trouxe um alerta para a região Sul de Santa Catarina. O paciente estava internado no Hospital da Unimed desde sexta-feira, dia 27, e morreu na madrugada desta quarta-feira, dia 1º de abril. A Secretaria de Saúde ainda aguarda o resultado do exame junto ao Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen) para identificar o quadro de coronavírus ou descartá-lo.

De acordo com o presidente da Unimed de Criciúma, Leandro Avany Nunes, a meta do município era superar a pandemia do coronavírus sem nenhum registro de morte, porém ele acredita que Stopassoli tenha morrido por conta do novo vírus. “Não há dúvida no diagnóstico. Ele é positivo, não tenho resultado, mas posso afirmar que foi por Covid-19”, comentou.

“Nossa meta era para que não morresse ninguém, agora é que não morra mais ninguém. É uma morte trágica, os familiares não podem nem se abraçar e isso é constrangedor. Fizemos de tudo para ajudá-lo”, pontuou em entrevista concedida ao jornalista João Paulo Messer, da Rádio Eldorado.

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O presidente da Unimed ainda afirmou que “80% das pessoas estão contaminadas e não apresentam sintomas. Usem máscaras, essa é uma sugestão nova. Isso alerta que não é uma gripezinha, é uma doença gravíssima”, declarou.

Avany reclamou da demora dos resultados do Lacen. "Temos pacientes que estão há sete dias na UTI [Unidade de terapia intensiva] e não possuem resultados”, comenta. Ele ainda acrescentou sobre o medicamento utilizado em Stopassoli. “Estávamos utilizando cloroquina. É utilizado, sim”, finalizou.

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