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Criciúma

Quando a insegurança bate a porta das escolas

Vereador reclama da falta de reposição de itens furtados em unidade no Capão Bonito

Por Denis Luciano - denis.luciano@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

Um recente furto em escola do bairro Capão Bonito, em Criciúma, fez levantar problemas de segurança na rede municipal de ensino. “Levaram mais de R$ 10 mil em equipamentos como TVs e outros. Quem paga essa conta é a comunidade”, lamentou o vereador Tita Beloli (PMDB).

O comentário foi feito na noite desta segunda-feira, durante sessão da Câmara que recebeu a secretária de Educação, Roseli de Luca Pizzolo. “A empresa que faz a segurança das escolas precisa cumprir uma cláusula do contrato”, reclamou Beloli. “Eles tem que repor o que foi furtado, mas não estão fazendo isso”, reforçou.

A empresa citada por Beloli é a Vigilância Triângulo. “Chamei o proprietário e cobrei a reposição dos equipamentos. Ele reclamou que estavam há sete meses sem receber do município”, contou a secretária. “A empresa alegou que, enquanto não recebesse da Prefeitura, não faria a entrega dos itens furtados por terceiros”, explicou Roseli.

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“São questões diferentes. Uma é a responsabilidade da empresa com a Prefeitura, e a outra é com as escolas”, rebateu o vereador. A secretária informou que R$ 700 mil foram pagos por conta dos atrasados à vigilância faz cerca de 15 dias. “O proprietário pediu um prazo para comprar os equipamentos para então entregar às escolas”, informou Roseli.

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