Quando a insegurança bate a porta das escolas
Vereador reclama da falta de reposição de itens furtados em unidade no Capão Bonito

Um recente furto em escola do bairro Capão Bonito, em Criciúma, fez levantar problemas de segurança na rede municipal de ensino. “Levaram mais de R$ 10 mil em equipamentos como TVs e outros. Quem paga essa conta é a comunidade”, lamentou o vereador Tita Beloli (PMDB).
O comentário foi feito na noite desta segunda-feira, durante sessão da Câmara que recebeu a secretária de Educação, Roseli de Luca Pizzolo. “A empresa que faz a segurança das escolas precisa cumprir uma cláusula do contrato”, reclamou Beloli. “Eles tem que repor o que foi furtado, mas não estão fazendo isso”, reforçou.
A empresa citada por Beloli é a Vigilância Triângulo. “Chamei o proprietário e cobrei a reposição dos equipamentos. Ele reclamou que estavam há sete meses sem receber do município”, contou a secretária. “A empresa alegou que, enquanto não recebesse da Prefeitura, não faria a entrega dos itens furtados por terceiros”, explicou Roseli.
“São questões diferentes. Uma é a responsabilidade da empresa com a Prefeitura, e a outra é com as escolas”, rebateu o vereador. A secretária informou que R$ 700 mil foram pagos por conta dos atrasados à vigilância faz cerca de 15 dias. “O proprietário pediu um prazo para comprar os equipamentos para então entregar às escolas”, informou Roseli.



