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Criciúma

Rebelião encerrada na Penitenciária Sul; presos exigiram presença da OAB para negociar

Ação não foi premeditada, afirmou presidente da Comissão de Assuntos Prisionais da OAB

Por Lucas Renan Domingos -

Atualizada 2 min de leitura

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Rebelião encerrada na Penitenciária Sul; presos exigiram presença da OAB para negociar
Foto: Rafaela Custódio / Portal Engeplus

Chegou ao fim a rebelião na Penitenciária Sul de Criciúma. A informação adiantada pelo Portal Engeplus foi confirmada pelo presidente e vice-presidente da Comissão de Assuntos Penais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Criciúma, Diomar Gilberto de Souza e Antônio Salfer, respectivamente.

As negociações iniciaram ainda na manhã desta quarta-feira, dia 14, logo após o começo do motim. Para conversar com a polícia, eles exigiram a presença da OAB. "Junto com a intervenção do Bope, estabelecemos um diálogo e foi formalizada as reivindicações deles. Colocamos tudo em um papel e assinamos, junto com o advogado dos reclusos" afirmou Salfer.

Após concordar com as reivindicações, os presos liberaram os reféns, que não se feriram. "Eles entregaram as armas, passaram por uma revista e depois seguiram para as celas", disse o presidente da Comissão de Assuntos Prisionais da OAB.

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Ação não premeditada

Conforme Souza, a rebelião não foi premeditada. Os policiais penais foram rendidos no momento em que liberavam os presos para o pátio.

"Eles se aproveitaram o momento. Tanto que eles nem sabiam o que queriam no início do movimento. Depois que eles foram elencando ao longo da negociação", disse Souza. O documento agora será encaminhado para a presidência da OAB, para que as demandas dos presos sejam analisadas e encaminhadas para a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa de Santa Catarina (SAP).

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