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Economia

Recuperação ainda é lenta para o setor de gastronomia

Limite de horário acaba com 40% a 50% do que poderia ser faturado, afirma Favero

Por Jessica Rosso - jessica.rosso@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Foto: Unsplash/Divulgação

O cenário econômico começou a melhorar, mas a recuperação ainda é lenta para o setor de gastronomia, conforme afirma o presidente da Via Gastronômica de Criciúma, Joster Favero. Há pouco mais de um ano ele esteve na Câmara de Vereadores de Criciúma elencando as dificuldades que os restaurantes enfrentavam na época, após o início das restrições por conta da Covid-19. Hoje ele ressalta que o setor gastronômico continua sendo penalizado por conta do limite de horário de funcionamento.

Com base no decreto (nº 1276/2021) vigente no Estado de Santa Catarina, entre as ações de enfrentamento da pandemia nos níveis de risco grave e gravíssimo, o horário de funcionamento desses estabelecimentos é permitido até as 23h, limitado o acesso de novos clientes até as 22h.

"O que revolta o setor é ter que fechar as comandas até 22h30, sendo que muitos estabelecimentos começam a receber clientes às 20 horas. Então a média de faturamento é de duas horas e meia. No nosso entendimento não tem cabimento manter essa restrição de horário com toda a economia funcionando normalmente", explicou Favero.

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Segundo ele, o limite de horário acaba com 40% a 50% do que poderia ser faturado numa noite pelos estabelecimentos. Ele contou que muitas empresas não tem condições de pagar os impostos, e que falta acesso à políticas de auxílio econômico.

Além disso criticou as taxas extorsivas por parte do Governo. "Hoje a economia não retomou 60% do que faturava antes. Então ainda não melhorou praticamente nada", avaliou com base nos estabelecimentos que tem contato através da Via Gatronômica de Criciúma.

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