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menos mortes

Região carbonífera tem redução no número de mortes

Relatório divulgado pelo IML mostra queda nos registros em 2017

Por Débora Correa - debora.correa@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Região carbonífera tem redução no número de mortes

Em um comparativo entre os dois últimos anos, foi registrada uma queda no número de mortes na região carbonífera. Segundo um relatório divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML), foram 227 mortes em 2017, contra 278 em 2016.

O número representa um somatório entre acidentes de trânsito, homicídios, suicídios, acidentes de trabalho, acidentes domésticos, entre outros.

No topo da lista estão os acidentes de trânsito, que foram responsáveis por 87 mortes em 2016 e 82 em 2017. O relatório também mostrou uma redução significativa no número de homicídios. Em 2016 foram 60, já em 2017 o número caiu para 40.

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O policial civil e agente do IML, Almir Fernandes, ressaltou que a diminuição nos índices é reflexo de um trabalho intenso desenvolvido pela equipe multi-institucional e as forças de segurança. “Os números são resultado de uma série de conscientizações e prevenção e ações ostensivas de policiamento”, afirma.

Aumento no número de suicídios

Um dado que chamou a atenção no relatório divulgado foi o número de casos de suicídio, que apresentou aumento no comparativo. Em 2016 foram registrados 42 casos em toda a região e em 2017 foram 43 casos. Só no município de Criciúma, o percentual de aumento é ainda maior. Foram 19 em 2016 e 26 no ano seguinte.

Mas, apesar de não haver queda nesse índice, Almir Fernandes lembra que, de maneira geral, houve estabilidade entre os dois anos. “Do ponto de vista da evolução nos números, sempre havia um grande aumento entre um ano e outro, então podemos dizer que este ano o índice está equilibrado”, conta.

O agente afirma, ainda, que apesar de o número ser alto, todo o trabalho da rede de proteção à vida realizado na região tem contribuído para que não sejam registrados ainda mais casos. “O número de atendimentos às pessoas que buscam ajuda aumentou muito no ano de 2017. Só em relação aos atendimentos telefônicos do CVV, por exemplo, tivemos meses com mais de 800 ligações, quando a média é de 300”, explica. Segundo ele, esse auxílio dado pelos programas da rede de proteção à vida foram essenciais para evitar mais casos.

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