Portal Engeplus, 20 anos
Publicidade
Publicidade
Contexto Internacional

Rússia afirma que serviço secreto da Ucrânia planejou assassinato de filha de guru russo

Darya Dugina era filha do homem considerado a mente de Putin

Por André Abreu - contexto@engeplus.com.br

2 min de leitura

Compartilhar:
Rússia afirma que serviço secreto da Ucrânia planejou assassinato de filha de guru russo
Foto: Comitê Investigativo da Rússia

O assassinato da jornalista russa Darya Dugina foi resolvido, informou o serviço de segurança federal da Rússia FSB.

Segundo a agência de notícias TASS, a missão foi preparada pelos serviços secretos ucranianos. O agressor - uma cidadã da Ucrânia identificada como Natalia Vovk - fugiu para a Estónia.

"Como resultado de medidas urgentes de investigação, o serviço de segurança federal resolveu o assassinato da jornalista russa Darya Dugina, nascida em 1992", sublinhou o FSB. O serviço especial descobriu que "o crime foi preparado e cometido pelos serviços secretos ucranianos". A agressora foi identificada como cidadã da Ucrânia, Natalia Vovk, nascida em 1979.

Publicidade

Ela tinha chegado à Rússia em 23 de julho de 2022, juntamente com a sua filha Sofya Shaban, nascida em 2010. "No dia do assassinato, Vovk e Shaban assistiram ao festival literário e de música Tradition, onde Dugina esteve presente como convidada de honra.

No dia 21 de agosto, após uma explosão controlada à distância do carro Toyota Land Cruiser Prado que Dugina estava dirigindor, Vovk e a sua filha saíram do país pela região de Pskov para a Estônia", declaram os investigadores russos.

Para planear o assassinato e recolher informações sobre o estilo de vida de Dugina, Vovk e sua filha alugaram um apartamento em Moscou no mesmo prédio onde a vítima vivia. Para espiar o jornalista, a criminosa usou um carro Mini Cooper. Ao entrar na Rússia, o veículo transportava uma placa da República Popular de Donetsk - E982XH DPR, em Moscou - uma placa do Cazaquistão 172AJD02, e ao sair - uma placa ucraniana AH7771IP.

Os materiais da investigação foram entregues ao Comitê Investigativo russo.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nega as acusações e declara que a Ucrânia, ao contrário da Rússia, não usa de terrorismo em suas ações internacionais.

.

Compartilhar:
Receba as notícias de Criciúma e região no WhatsAppAs principais do dia, direto no seu celular. Grátis.Entrar no grupoLeia a seguirCidades do Sul de Santa Catarina apostam em parcerias internacionais