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SC gera mais de 28 mil empregos na indústria no 1º quadrimestre do ano

A indústria de transformação foi a que mais se destacou, com a produção de bens não-duráve

Por Redação Engeplus- jornalismo@engeplus.com.br

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SC gera mais de 28 mil empregos na indústria no 1º quadrimestre do ano
Foto: Divulgação / Assessoria de Imprensa

Nos primeiros quatro meses de 2023, Santa Catarina registrou 28.340 empregos na indústria. No Brasil, alcançou a 3ª colocação na indústria de transformação, com 18.790 vagas abertas no acumulado do ano, de acordo com o Observatório FIESC. O bom resultado está associado à recuperação também observada na produção industrial do 1º trimestre, que registrou expansão de 2,2% em relação ao 4º trimestre de 2022.

Na geração de novos empregos, entre as demais unidades federativas, a indústria de transformação de Santa Catarina ficou atrás apenas da líder São Paulo (39.633) e do Rio Grande do Sul (23.722). Na economia catarinense, em abril, foram registrados 7.012 mil novos postos de trabalho, sendo o quarto mês consecutivo do aumento de empregos formais.

“Diversos setores da indústria contribuíram para o aumento de vagas, impulsionados pelo consumo das famílias, principalmente de bens não-duráveis. O aumento das exportações de produtos químicos e de metais também colaborou para a expansão do emprego. Isso demonstra a capacidade produtiva e a importância da indústria catarinense, que permite o desenvolvimento do estado a partir da força de cada um dos seus setores”, afirma o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

Em Santa Catarina, a construção civil gerou 9.392 postos de trabalhos formais de janeiro a abril, reflexo dos investimentos iniciados nos últimos anos. Outros setores também influenciaram o crescimento dos empregos, como o de têxtil, confecção, couro e calçados (5.397), alimentos e bebidas (3.767), metalmecânica e metalurgia (1.317), entre outros.

Além da indústria, a atividade agropecuária também impactou na geração de vagas, com previsão de safras recordes em 2023, estimulando os demais setores, como o de serviço de transportes e armazenagem, além da própria indústria, na fabricação de máquinas e equipamentos, afirma a economista do Observatório FIESC, Mariana Guedes.

Colaboração: Imprensa FIESC

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