Parte da história

Incêndio atinge réplica da primeira igreja de Criciúma

Chamas iniciaram na torre e depois se espalharam pela capela

Por Lucas Renan Domingos - lucas.domingos@engeplus.com.br

Em 31/03/2025 às 19:43
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Foto: Lucas Renan Domingos/Portal Engeplus

Um incêndio atingiu um dos patrimônios históricos de Criciúma na noite desta segunda-feira, dia 31, no bairro Mina Brasil, no alto do Morro Cechinel. As chamas danificaram a capela de madeira que era réplica da primeira igreja do município construída em 1899.

A réplica foi inaugurada em 2016. A obra possui cerca de 75 metros quadrados e contava com uma torre ao lado. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas. O fogo não se espalhou pela mata e nem atingiu estruturas vizinhas, como a Vila Olímpica e a sede da Defesa Civil. O prefeito Vagner Espíndola acompanhou a ocorrência e afirmou que as causas ainda serão investigadas. 

“Não tem como a gente fazer nenhuma acusação neste momento, mas a igreja não estava mais energizada. Então, existe, sim, uma possibilidade de que o fogo possa ter sido provocado. Agora a polícia começa o trabalho de investigação e também rondas foram feitas no entorno do Morro Cechinel para averiguar alguma pessoa suspeita”, disse o prefeito. 

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As chamas iniciaram na torre, que ficava ao lado da capela. “Os bombeiros agiram rápido e conseguiram evitar que o fogo pudesse se espalhar pelo mato e nenhuma outra estrutura no entorno”, frisou Espíndola. 

Sobre a primeira igreja de Criciúma

Quando chegaram em Criciúma, os primeiros imigrantes – em sua maioria italianos – tinham em comum um desejo: construir uma capela onde pudessem expressar a sua fé. Com o empenho da comunidade, em 1899 o badalar do sino anunciou a inauguração da primeira capela da vila de São José de Cresciuma, que comportava 70 pessoas sentadas.

O número de fiéis aumentou no decorrer dos anos e fez com que a comunidade sentisse a necessidade de um espaço maior para suas festividades. Decidiram substituir a igreja de madeira por uma estrutura de alvenaria. Assim o fizeram em 1917 e até hoje temos a Catedral São José, na Praça Nereu Ramos, no Centro.

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