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Ucrânia x Rússia: criciumense relata tensão próximo à área de conflito

Publicitária criciumense mora na Polônia e acompanha, apreensiva, a invasão russa

Por Redação Engeplus - jornalismo@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Ucrânia x Rússia: criciumense relata tensão próximo à área de conflito
Foto: Reprodução/Portal Satc

De descendência polonesa, a publicitária criciumense Ana Maria Reczek Smaniotto acompanha nas últimas horas os desdobramentos da invasão do Exército russo à Ucrânia. Morando na cidade de Wrocław, Polônia, desde 2017, Ana, assim como muitos pelo mundo afora, recebem as informações da guerra deflagrada nesta quinta-feira, dia 24.

“Nós estamos arrasados com a situação. O Putin é criminoso e imprevisível, e nesse momento estamos em pânico. Achamos que não faria sentido ele invadir a Polônia nesse momento, mas também não fazia sentido ele atacar a Ucrânia, e ele atacou. Não existe mais certeza nenhuma, só medo”, comentou Ana.

Assim, nas últimas semanas, o mundo acompanhou a crescente tensão entre Ucrânia e Rússia. Os esforços diplomáticos não foram suficientes para evitar a invasão, que já tinha iniciado na última segunda-feira, dia 21, quando o presidente russo, Vladimir Putin, reconheceu duas áreas dentro do território ucraniano, Donetsk e Luhansk, como separatistas.

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As impressões em vídeo

Em seu canal no Youtube, o Mundo para Iniciantes, a publicitária traz dicas e orientações sobre a cultura polonesa, viagens e curiosidades. Mas, na última semana o foco tem sido o conflito no país vizinho.

“No domingo fiz um vídeo falando que achava que o Putin não ia invadir. Ele deu a ordem para a invasão na segunda, no dia seguinte. Terça eu fiz mais um vídeo falando sobre a invasão e torcendo para ficar só nas áreas da Ucrânia que já tinham revoltas civis. Hoje acordei com a notícia de que a Rússia está bombardeando a capital da Ucrânia, aqui perto da Polônia”, ressaltou.

Em seu mestrado, Ana estudou Ciências Políticas e Relações Internacionais, e consegue, portanto, observar a instabilidade crescente na região. Mas, ainda assim, ela não se arrisca a fazer projeções. “Nessa situação é como jogar dados, não tem como prever nada hoje”, ponderou.

Colaboração: Marli Vitali - Assessoria de Imprensa Satc

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