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Trânsito

'Vai avançar severamente o contágio', afirma Carlos Moisés sobre formato do transporte público

Governador de Santa Catarina falou sobre o assunto nesta terça-feira

Por Jessica Rosso - jessica.rosso@engeplus.com.br

2 min de leitura

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 'Vai avançar severamente o contágio', afirma Carlos Moisés sobre formato do transporte público
Foto: Thiago Hockmüller/Arquivo Engeplus

No início desta semana o Governo do Estado de Santa Catarina liberou algumas atividades, e entre elas, está o comércio de rua. Com isso, o fluxo de pessoas circulando nas ruas aumentou, entretanto, muitos trabalhadores, principalmente os que necessitam de transporte coletivo, tem questionado as autoridades quanto ao não retorno dos ônibus.

Em coletiva diária nesta terça-feira, dia 14, o governador Carlos Moisés falou sobre o assunto e deixou claro que o formato do transporte público está longe do ideal para combater o contágio do Covid-19, muito pelo contrário, "o transporte coletivo, o formato como ele é desenhado para a população brasileira, o contato de proximidade que as pessoas têm umas com as outras, vai avançar severamente o contágio", afirmou Moisés.

Ele disse ainda que a liberação do transporte público prejudicaria todo o trabalho realizado até o momento. O governador disse também que o momento é de se reinventar. Citou os artistas que estão fazendo shows sem sair de casa, por meio de lives, os restaurantes que tem permissão para entregar a comida no balcão (evitando aglomerações) ou por meio de delivery.

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"Eu penso que o momento é de inspiração, nós precisamos recorrer a criatividade para superarmos o Covid-19. O Governo nao toma medidas por vontade, toma medidas por necessidade, observando os números que nós temos e com aquilo que a gente acredita ser o melhor para as pessoas nesse momento".

Moisés citou que a não liberação do transporte público é uma restrição severa, assim como a proibição de shows, eventos, missas e cultos. Sobre estes dois últimos voltados á Igreja ressaltou a importância dos mesmos para as pessoas e comentou que "vamos agora conversar com algumas pessoas para vermos a possibilidade de estarmos criando um modelo seguro para transmissão de missas e cultos, em que os templos que estão abertos possam fazer isso com toda a segurança", disse.

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