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Segurança

Via Rápida: moradores enfrentam problemas de mobilidade urbana e segurança

Audiência Pública discutiu a demanda das comunidades na noite desta quinta

Por Jessica Rosso - jessica.rosso@engeplus.com.br

2 min de leitura

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Via Rápida: moradores enfrentam problemas de mobilidade urbana e segurança
Foto: Arquivo Engeplus

Desde a conclusão da Via Rápida, em 2017, os moradores dos bairros Ana Maria, Cristo Redentor, Jardim Maristela, Moradas do Sol e Nossa Senhora da Salete enfrentam problemas de segurança e mobilidade urbana. A rodovia liga Criciúma e Içara à BR-101.

A população solicitou na noite desta quinta-feira, dia 31, durante Audiência Pública, melhorias para o acesso entre os bairros Jardim Maristela e Nossa Senhora da Salete e uma parada de ônibus na rua Linha Três Ribeirões. Além disso, os moradores reclamaram do excesso de velocidade dos veículos que passam pelas comunidades. Outro problema apontado por eles, é a grande quantidade de veículos que desemboca na rua Rio Negrinho, chegando a 500 carros por dia.

“São muitos carros, em uma rua estreita, trazendo dificuldades para os moradores, causando rachaduras nas casas”, disse a presidente de bairro Nossa Senhora da Salete Andreia Zomer.

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“Eu sou muito grato pela obra da Via Rápida, pelo desenvolvimento que trouxe para a nossa região, porém faltam alguns detalhes. Tem alguns gargalos que precisam ser melhorados”, disse o ex-vereador e presidente do bairro Ana Maria Juarez de Jesus.

O sargento Cunha, que representou a Polícia Militar na ocasião, ressaltou que o trabalho da polícia também é prejudicado quando se trata de acesso às comunidades do entorno. “Dificulta numa abordagem policial. É preciso uma mobilidade urbana mais adequada”, disse.

O representante do Governo do Estado, Gustavo Taufenbach mencionou que compareceu em pontos citados pela comunidade e participou da Audiência Pública afim de escutar as demandas. Ele se comprometeu a buscar melhorias para os acessos e disse que “o Estado de Santa Catarina passa por um processo de transição. Mas, os recursos voltarão a aparecer”.

Taufenbach disse ainda que já articulou com o município. “Levei ao Executivo Municipal algumas partes, porque acredito que o Executivo tem essa integração com a via e também deve de alguma forma existir uma atenção voltada para cá. Esses âmbitos não são exclusivos do Estado”. Taufenbach citou que ao município caberia, por exemplo, a pavimentação no bairro Ana Maria. Já as demais reivindicações foram levadas a diretoria de projetos, em Florianópolis.

A Audiência Pública foi proposta pelo vereador Paulo Ferrarezi (MDB) e reuniu autoridades e as comunidades afetadas. O encontro aconteceu no Centro Comunitário do Bairro Nossa Senhora da Salete.

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