Portal Engeplus, 20 anos
Publicidade
PublicidadePublicidadePublicidadePublicidade
Musculação na adolescência

“A musculação não tem idade para começar”, diz profissional

Rafael Goulart Kaminski fala sobre os exercícios na adolescência

Por Rafaela Custódio -

2 min de leitura

Compartilhar:
“A musculação não tem idade para começar”, diz profissional
Foto: Divulgação

A fase da adolescência é marcada pelo processo de conhecimento do corpo, mas também de muitos buscando soluções rápidas e efetivas em relação à estética. O profissional de Educação Física Rafael Goulart Kaminski afirma que é preciso ter cuidado com a prática dos exercícios físicos neste período da vida.

“A musculação não tem idade para começar. Existe o treinamento de acordo com cada faixa etária e objetivo. O importante é ter orientação de um profissional físico na hora de realizar os exercícios e, claro, não exagerar no volume das cargas”, explica.

Kaminski ainda alerta para os cuidados com dicas da internet e recomendações de amigos. “A evolução é gradativa. A orientação que vale é sempre a que vem dos profissionais de nutrição e educação física. Não se deve seguir indicações de amigos, internet e revistas que não são científicas. Isso provavelmente não será favorável”, comenta.

Publicidade

Segundo Kaminski, os exercícios físicos na adolescência trazem benefícios únicos e podem impedir o sedentarismo. “Além de ajudar a parte estética, pode contribuir para aceitação do corpo e, assim, melhorando a autoestima. Claro, tem à disposição para o dia a dia e o reforço das articulações e músculos, prevenindo lesões e, o mais importante, tirando o adolescente do sedentarismo”, afirma.

O profissional ainda relata que é preciso ter cuidados em relação ao exagero, isso porque pode trazer enjoo dos exercícios e fazer mal ao corpo. De acordo com o profissional, o correto é um treino de uma hora, três vezes por semana.

Kaminski ressalta que em muitos casos de meninos e meninas que buscam objetivos diferentes, mas é preciso precaução. “Normalmente, as meninas buscam mais membros inferiores e meninos superiores. Nesta hora, entra o papel do professor em explicar a importância de trabalhar o corpo como um todo”, finaliza.

Compartilhar:
Receba as notícias de Criciúma e região no WhatsAppAs principais do dia, direto no seu celular. Grátis.Entrar no grupoLeia a seguirHipertensão: uma morte a cada dois minutos